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<channel><title><![CDATA[ - Blog]]></title><link><![CDATA[http://www.ricardomallet.com/blog.html]]></link><description><![CDATA[Blog]]></description><pubDate>Wed, 09 May 2012 11:09:16 -0800</pubDate><generator>Weebly</generator><item><title><![CDATA[Workshop Liderança Diferenciada na ADVB-RS]]></title><link><![CDATA[http://www.ricardomallet.com/2/post/2012/05/workshop-lideranca-diferenciada-na-advb-rs.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.ricardomallet.com/2/post/2012/05/workshop-lideranca-diferenciada-na-advb-rs.html#comments]]></comments><pubDate>Wed, 09 May 2012 05:53:41 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.ricardomallet.com/2/post/2012/05/workshop-lideranca-diferenciada-na-advb-rs.html</guid><description><![CDATA[      [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a href='http://www.ricardomallet.com/uploads/1/5/8/1/1581375/277496_orig.jpg?394' rel='lightbox' onclick='if (!lightboxLoaded) return false'> <img src="http://www.ricardomallet.com/uploads/1/5/8/1/1581375/277496.jpg?394" alt=" Imagem " style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Liderança Diferenciada foi tema do 28° Bom-dia TI]]></title><link><![CDATA[http://www.ricardomallet.com/2/post/2012/05/lideranca-diferenciada-foi-tema-do-28-bom-dia-ti.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.ricardomallet.com/2/post/2012/05/lideranca-diferenciada-foi-tema-do-28-bom-dia-ti.html#comments]]></comments><pubDate>Fri, 04 May 2012 11:26:42 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.ricardomallet.com/2/post/2012/05/lideranca-diferenciada-foi-tema-do-28-bom-dia-ti.html</guid><description><![CDATA[&ldquo;Lideran&ccedil;a Diferenciada&rdquo;, proferida pelo consultor Ricardo Mallet na manh&atilde; de 4 de maio no Blue Tree Towers.O palestrante abordou o modelo de Empresa Diferenciada, focando nos bons resultados trazidos por esta pr&aacute;tica. Em sua fala, demonstrou a import&acirc;ncia da lideran&ccedil;a em uma empresa, lembrando que um bom l&iacute;der estimula seus funcion&aacute;rios, treinando e desenvolvendo talentos para n&atilde;o  [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph" style='text-align:left;'>&ldquo;Lideran&ccedil;a Diferenciada&rdquo;, proferida pelo consultor Ricardo Mallet na manh&atilde; de 4 de maio no Blue Tree Towers.O palestrante abordou o modelo de Empresa Diferenciada, focando nos bons resultados trazidos por esta pr&aacute;tica. Em sua fala, demonstrou a import&acirc;ncia da lideran&ccedil;a em uma empresa, lembrando que um bom l&iacute;der estimula seus funcion&aacute;rios, treinando e desenvolvendo talentos para n&atilde;o perd&ecirc;-los.<br /><br />Outro ponto tocado foi o engajamento, sin&ocirc;nimo de comprometimento, tanto por parte do l&iacute;der quanto do liderado. Segundo o consultor, o engajamento reduz aus&ecirc;ncias no trabalho, rotatividade e acidentes, aumentando a produtividade e o lucro do neg&oacute;cio. &ldquo;Engajamento &eacute; quando a pessoa veste a camisa, motiva&ccedil;&atilde;o &eacute; quando ela precisa ser estimulada. Pessoas engajadas produzem resultados superiores a longo prazo&rdquo;, afirma Mallet.<br /><br />Para Eliana Matiodda, administradora da Prefeitura de Caxias do Sul, o Bom-dia TI une duas utilidades: o conhecimento gerado pelo assunto tratado pelo palestrante como tamb&eacute;m a troca de informa&ccedil;&otilde;es entre colegas da mesma &aacute;rea, proporcionando intera&ccedil;&atilde;o e futuras parcerias. Eliana considerou tema da palestra desta edi&ccedil;&atilde;o dif&iacute;cil de colocar em pr&aacute;tica, mas necess&aacute;rio. &ldquo;Para a &aacute;rea de TI, t&atilde;o t&eacute;cnica, &eacute; importante se aprofundar na gest&atilde;o de pessoas&rdquo;, afirma.<br /><br />Outro frequentador do Bom-dia TI, o diretor comercial da Integrasul Marcelo Pacheco, concorda que o tema da palestra &eacute; interessante e deve ser levado em considera&ccedil;&atilde;o pelas empresas. &ldquo;Como somos muito t&eacute;cnicos, tudo que &eacute; relacionado &agrave; gest&atilde;o de pessoas &eacute; muito importante. Gestores s&atilde;o t&eacute;cnicos e esquecem o lado humano&rdquo;, aponta Pacheco.<br /><br />O Bom-dia TI conta com o patroc&iacute;nio da Link Gest&atilde;o &ndash; Neg&oacute;cios Internacionais e Qualytool Consulting Group.<br /><br /><br />Fonte:&nbsp;http://www.trinopolo.com.br/historico/2012/5/lideranca-diferenciada-foi-tema-do-28b0-bom-dia-ti</div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Perguntas e respostas sobre Liderança]]></title><link><![CDATA[http://www.ricardomallet.com/2/post/2012/05/perguntas-e-respostas-sobre-lideranca.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.ricardomallet.com/2/post/2012/05/perguntas-e-respostas-sobre-lideranca.html#comments]]></comments><pubDate>Thu, 03 May 2012 06:25:07 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.ricardomallet.com/2/post/2012/05/perguntas-e-respostas-sobre-lideranca.html</guid><description><![CDATA[1. Quem &eacute; o l&iacute;der?&nbsp;Se voc&ecirc; pesquisar a palavra &ldquo;l&iacute;der&rdquo; na internet ou em livros especializados, ver&aacute; o qu&atilde;o dif&iacute;cil &eacute; encontrar duas defini&ccedil;&otilde;es exatamente iguais para o termo. Isso ocorre porque o conceito de l&iacute;der &eacute; subjetivo (relativo ao sujeito) e, desta forma, varia de cabe&ccedil;a para cabe&ccedil;a. Algumas cabe&cc [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph" style='text-align:left;'><strong>1. Quem &eacute; o l&iacute;der?</strong>&nbsp;<br />Se voc&ecirc; pesquisar a palavra &ldquo;l&iacute;der&rdquo; na internet ou em livros especializados, ver&aacute; o qu&atilde;o dif&iacute;cil &eacute; encontrar duas defini&ccedil;&otilde;es exatamente iguais para o termo. Isso ocorre porque o conceito de l&iacute;der &eacute; subjetivo (relativo ao sujeito) e, desta forma, varia de cabe&ccedil;a para cabe&ccedil;a.<br /> Algumas cabe&ccedil;as definir&atilde;o o l&iacute;der como um ser especial dotado de certas caracter&iacute;sticas pessoais (quase m&aacute;gicas) capazes de magnetizar seus seguidores. Outras cabe&ccedil;as o definir&atilde;o como uma pessoa comum, simples e humilde que, com grande doa&ccedil;&atilde;o pessoal, consegue mobilizar multid&otilde;es.<br /> A verdade &eacute; que nenhum estudo conseguiu comprovar uma rela&ccedil;&atilde;o direta entre diferentes caracter&iacute;sticas pessoais e a manifesta&ccedil;&atilde;o do l&iacute;der. Entretanto, no nosso entendimento, para um l&iacute;der se manifestar, ser&atilde;o necess&aacute;rias apenas duas condi&ccedil;&otilde;es. A primeira delas nos ser&aacute; revelada na defini&ccedil;&atilde;o de l&iacute;der mais direta e inquestion&aacute;vel que j&aacute; encontrei.<br /><br /> &ldquo;Um l&iacute;der tem seguidores-aliados volunt&aacute;rios.&rdquo;<br /><br /> Conheci esta defini&ccedil;&atilde;o no livro <em style="">O guia dos Gurus</em> de Joseph e Jimmie Boyett e nunca mais a esqueci justamente por ser compacta e muito clara. Nossas imagens mentais de um l&iacute;der podem nos levar a v&aacute;rias ideias, ideais e at&eacute; fantasias. Por&eacute;m, &eacute; inquestion&aacute;vel que s&oacute; &eacute; l&iacute;der aquele que tem seguidores-aliados volunt&aacute;rios. N&atilde;o importam seus tra&ccedil;os de personalidade, sua forma&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica, seus valores pessoais, sua apar&ecirc;ncia, seu saldo banc&aacute;rio, seu <em style="">status</em>. Nada disso realmente o definir&aacute; como um l&iacute;der. Mas importar&aacute; se as pessoas que o seguem o fazem voluntariamente.<br />Para tirarmos quaisquer d&uacute;vidas e validarmos esta primeira condi&ccedil;&atilde;o, pe&ccedil;o que voc&ecirc; pense em um l&iacute;der que considera como uma refer&ecirc;ncia inquestion&aacute;vel.<br /><br /> Pense.<br /> Pensou?<br /><br /> Ent&atilde;o responda: este l&iacute;der tem (ou teve) seguidores-aliados volunt&aacute;rios? Voc&ecirc; poder&aacute; ter pensado na figura forte e agressiva de Adolf Hitler ou fr&aacute;gil e amorosa de Madre Teresa, ou uma outra. Por&eacute;m, independentemente das contrastantes diferen&ccedil;as f&iacute;sicas e de personalidade, certamente, o ponto-chave, o elemento invari&aacute;vel, &eacute; a presen&ccedil;a de seguidores-aliados volunt&aacute;rios.<br /> Um seguidor-aliado volunt&aacute;rio &eacute; aquele que segue o l&iacute;der por acreditar (ou ter a convic&ccedil;&atilde;o) de que &eacute; &uacute;til a uma causa, a uma vis&atilde;o, a um objetivo. Ele poder&aacute; ou n&atilde;o ter ganhos pessoais durante a jornada, mas seguir&aacute; o l&iacute;der por estar envolvido em algo maior que ele, maior que o l&iacute;der e que o pr&oacute;prio processo da lideran&ccedil;a. Nas empresas, s&atilde;o aquelas pessoas que &ldquo;vestem a camisa&rdquo; e est&atilde;o engajadas em desenvolver o seu m&aacute;ximo potencial em tudo o que fazem. S&atilde;o leais, mesmo quando precisam se opor &agrave;s ideias ou &agrave;s orienta&ccedil;&otilde;es do l&iacute;der.<br /><br /><strong>2. O que &eacute; lideran&ccedil;a?<br /></strong> &ldquo;Lideran&ccedil;a &eacute; um processo de influ&ecirc;ncia, levando ao desenvolvimento social e humano.&rdquo;<br /> Tive contato com esta fant&aacute;stica defini&ccedil;&atilde;o quando presenciei os ensinamentos do Prof. Leo Bruno ao sintetizar os debates dos quais participa no Comit&ecirc; do Global Leadership Forum da ONU/UNESCO. E por que a considero fant&aacute;stica? Por que ela tamb&eacute;m nos prop&otilde;e uma ruptura de paradigma ao desafiar nossa cren&ccedil;a sobre o que representa ser um l&iacute;der.<br /> Tal defini&ccedil;&atilde;o defende que o processo de influ&ecirc;ncia &eacute; apenas um meio para se atingir um fim: o desenvolvimento social e humano. Portanto, muitos daqueles que considerar&iacute;amos como grandes l&iacute;deres, s&atilde;o (ou foram) meramente grandes influenciadores pois sua compet&ecirc;ncia n&atilde;o foi colocada a servi&ccedil;o do desenvolvimento das pessoas e da sociedade.<br /> Ent&atilde;o, chegamos finalmente &agrave; descoberta da segunda condi&ccedil;&atilde;o indispens&aacute;vel de um verdadeiro l&iacute;der:<br /> Promover o desenvolvimento social e humano.<br /><br /><strong>3. Qual o perfil ideal de um l&iacute;der?<br /></strong> Ter equil&iacute;brio de valores pessoais* e ser situacional**.<br /> *O equil&iacute;brio de valores pessoais &eacute; um conceito do Prof. Leo Bruno da Funda&ccedil;&atilde;o Dom Cabral que avalia o quanto um l&iacute;der consegue ser assertivo em suas decis&otilde;es privilegiando tanto os resultados quanto as pessoas e ainda o quanto consegue valorizar tanto a estrutura quanto a inova&ccedil;&atilde;o.<br /> **Lideran&ccedil;a Situacional &eacute; um conceito de Paul Hersey e Keneth Blanchard que considera que o estilo de lideran&ccedil;a deve ser aplicado conforme a situa&ccedil;&atilde;o.<br /><br /><strong>4. Quais os requisitos de um l&iacute;der?<br /></strong> Coragem para o autoconhecimento e humildade para o autodesenvolvimento.<br /><br /><strong>5. Um l&iacute;der pode ser formado?<br /></strong> Um l&iacute;der pode ser formado, apesar de algumas caracter&iacute;sticas pessoais inatas (consolidadas ainda na inf&acirc;ncia) poderem facilitar (mas n&atilde;o garantir) esta forma&ccedil;&atilde;o.<br /><br /><strong>6. O que se precisa para formar um l&iacute;der?<br /></strong> Descartando a hip&oacute;tese de uma forma&ccedil;&atilde;o informal, o sucesso na forma&ccedil;&atilde;o de um l&iacute;der passa por 3 vari&aacute;veis: o m&eacute;todo, o processo de ensino-aprendizagem e a atitude do aprendiz. Vamos abordar cada uma destas vari&aacute;veis separadamente.<br /><br /> - <strong style="">O m&eacute;todo de lideran&ccedil;a</strong> apresentado deve ser de reconhecida autoridade e demonstrar aplicabilidade. De nada adianta oferecer um conte&uacute;do sem bases cient&iacute;ficas e que n&atilde;o pode ser praticado no ambiente de neg&oacute;cios.<br /><br /> - <strong style="">O processo de ensino-aprendizagem</strong>. A famosa tr&iacute;ade da compet&ecirc;ncia -&nbsp; conhecimentos, habilidades e atitudes (o CHA) - deve ser plenamente contemplada em um curso de lideran&ccedil;a. Um curso prioritariamente te&oacute;rico trar&aacute; muitos conhecimentos sobre lideran&ccedil;a. Um curso pr&aacute;tico, habilidades comportamentais. Por&eacute;m, se o curso n&atilde;o trouxer uma sensibiliza&ccedil;&atilde;o para a mudan&ccedil;a de atitudes, n&atilde;o conseguir&aacute; gerar impacto sustent&aacute;vel nas prefer&ecirc;ncias e no desempenho dos participantes.<br /><br /> - <strong style="">A atitude do aprendiz</strong> (querer ser) &eacute; tamb&eacute;m uma vari&aacute;vel determinante para o sucesso na forma&ccedil;&atilde;o de um l&iacute;der. Sem a disposi&ccedil;&atilde;o para o autoconhecimento e para o autodesenvolvimento, nenhum m&eacute;todo e processo de ensino-aprendizagem poder&atilde;o garantir sucesso.<br /><br /><strong>7. Quais os t&oacute;picos necess&aacute;rios para forma&ccedil;&atilde;o de um l&iacute;der?<br /></strong> Cada treinamento oferecer&aacute; um programa distinto. T&oacute;picos que considero imprescind&iacute;veis s&atilde;o: instrumentos de autoconhecimento sobre perfil de lideran&ccedil;a, estilos de lideran&ccedil;a x situa&ccedil;&atilde;o, instrumento de medida para avaliar a efic&aacute;cia da lideran&ccedil;a, entre outros.<br /><br /><strong>8. Como avaliar a lideran&ccedil;a?<br /></strong> Alguns cursos de lideran&ccedil;a tem um marketing realmente fant&aacute;stico no mercado. S&atilde;o aclamados, ganham espa&ccedil;os na m&iacute;dia especializada e, certamente, cobram pre&ccedil;os proporcionais a sua fama. As pessoas que participam saem falando muito bem de tudo: das pr&aacute;ticas, da teoria, do instrutor, das instala&ccedil;&otilde;es e at&eacute; do coffee break. Ent&atilde;o, passados alguns dias, vem aquela pergunta: como saber se o que aprendemos est&aacute; dando resultados? &Eacute; nesse ponto, meu amigo, que a grande maioria das propostas falham. O curso promete verdadeiros milagres para a empresa por meio de transforma&ccedil;&otilde;es profundas no comportamento dos l&iacute;deres capacitados, entretanto, n&atilde;o oferece instrumentos com indicadores para mensurar os resultados. Assim, como j&aacute; poder&iacute;amos prever, todo o esfor&ccedil;o de aprendizagem dos l&iacute;deres rapidamente vai perdendo impulso at&eacute; que... tudo volta ao &ldquo;normal&rdquo;.<br /> Um bom curso de lideran&ccedil;a dever&aacute; apresentar indicadores capazes de comprovar os resultados da aprendizagem. O que queremos medir? O engajamento das equipes? A produtividade? A melhoria do clima organizacional? Como dizia Peter Drucker: o que n&atilde;o pode ser medido, n&atilde;o pode ser melhorado. Nossa metodologia - Lideran&ccedil;a Diferenciada - fornece o exclusivo instrumento IAN (&Iacute;ndice de Atendimento das Necessidades). Com bases cient&iacute;ficas, o instrumento mensura, de forma clara e objetiva, o desempenho do l&iacute;der e seu impacto no engajamento dos colaboradores. Este recurso permite comprovar os resultados decorrentes do treinamento.<br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Palestra sobre Liderança Diferenciada no Bom-dia TI do Trino Pólo]]></title><link><![CDATA[http://www.ricardomallet.com/2/post/2012/04/palestra-sobre-lideranca-diferenciada-no-bom-dia-ti-do-trino-polo.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.ricardomallet.com/2/post/2012/04/palestra-sobre-lideranca-diferenciada-no-bom-dia-ti-do-trino-polo.html#comments]]></comments><pubDate>Wed, 18 Apr 2012 16:48:09 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.ricardomallet.com/2/post/2012/04/palestra-sobre-lideranca-diferenciada-no-bom-dia-ti-do-trino-polo.html</guid><description><![CDATA[      [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-thin " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="http://www.ricardomallet.com/uploads/1/5/8/1/1581375/4166451.jpg?555" alt=" Imagem " style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Palestra "Realize-se e realize mais" na Confraria do Batom]]></title><link><![CDATA[http://www.ricardomallet.com/2/post/2012/03/palestra-realize-se-e-realize-mais-na-confraria-do-batom.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.ricardomallet.com/2/post/2012/03/palestra-realize-se-e-realize-mais-na-confraria-do-batom.html#comments]]></comments><pubDate>Fri, 16 Mar 2012 10:44:14 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.ricardomallet.com/2/post/2012/03/palestra-realize-se-e-realize-mais-na-confraria-do-batom.html</guid><description><![CDATA[        [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div ><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:0;padding-bottom:0;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="http://www.ricardomallet.com/uploads/1/5/8/1/1581375/7559547_orig.jpg" alt="Picture" style="width:100%;max-width:495px" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[A mudança organizacional através da liderança diferenciada]]></title><link><![CDATA[http://www.ricardomallet.com/2/post/2012/02/a-mudanca-organizacional-atraves-da-lideranca-diferenciada.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.ricardomallet.com/2/post/2012/02/a-mudanca-organizacional-atraves-da-lideranca-diferenciada.html#comments]]></comments><pubDate>Thu, 09 Feb 2012 06:18:28 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.ricardomallet.com/2/post/2012/02/a-mudanca-organizacional-atraves-da-lideranca-diferenciada.html</guid><description><![CDATA[Autor: Celso de Souza e Souza * 						O renomado educador e pesquisador Le&#769;o Bruno, membro do Comite&#770; Organizador do Global Leadership Fo&#769;rum da ONU/UNESCO, e&#769; catego&#769;rico e completo quando descreve uma pessoa que exerce lideranc&#807;a nas organizac&#807;o&#771;es e consegue admirac&#807;a&#771;o una&#770;nime: &ldquo;Tem presenc&#807;a responsa&#769;vel no seu meio, e&#769; equilibrada em seu [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div  class="paragraph editable-text" style=" text-align: left; ">Autor: Celso de Souza e Souza *<br /><br /> 						O renomado educador e pesquisador Le&#769;o Bruno, membro do Comite&#770; Organizador do Global Leadership Fo&#769;rum da ONU/UNESCO, e&#769; catego&#769;rico e completo quando descreve uma pessoa que exerce lideranc&#807;a nas organizac&#807;o&#771;es e consegue admirac&#807;a&#771;o una&#770;nime: &ldquo;Tem presenc&#807;a responsa&#769;vel no seu meio, e&#769; equilibrada em seus valores pessoais, coerente, congruente e e&#769; exemplo. Atinge objetivos comuns junto com a equipe, atrave&#769;s do desenvolvimento das compete&#770;ncias e da autonomia. Agrega valor continuamente a&#768; sociedade. Sa&#771;o fecundas e desafiam obsta&#769;culos e metas difi&#769;ceis, pore&#769;m alcanc&#807;a&#769;veis. Desafia o principal determinismo - a morte organizacional - pois alavanca a sua longevidade sustenta&#769;vel.&rdquo; Lendo esta descric&#807;a&#771;o percebemos que se trata de uma lideranc&#807;a diferente daquela que estamos acostumados. Uma lideranc&#807;a rara. Um verdadeiro &ldquo;artigo de luxo no planeta&rdquo; &ndash; como afirma Le&#769;o Bruno. Uma Lideranc&#807;a Diferenciada. <br /> 						A grande pergunta e&#769;: A Lideranc&#807;a Diferenciada e&#769; um dom que poucos possuem ou pode ser aprendida e desenvolvida? Se a resposta for negativa, muitas organizac&#807;o&#771;es desaparecera&#771;o no curto e me&#769;dio prazo, pois as pesquisas de Le&#769;o Bruno comprovam cientificamente o elevado impacto da lideranc&#807;a nos resultados organizacionais. O tambe&#769;m renomado professor de desenvolvimento de lideranc&#807;a do INSEAD - European Institute of Business Administration, Manfred de Vries, adverte: &ldquo;Seu nego&#769;cio pode ter todas as vantagens do mundo, fortes recursos financeiros e um o&#769;timo posicionamento no mercado, mas se a Lideranc&#807;a falhar, todas estas vantagens na&#771;o servira&#771;o.&rdquo; <br /><br /><strong> 					 				 			 		 		 			 				 					 				 					 						Educac&#807;a&#771;o continuada e na&#771;o diversificada </strong><br /> 						Sim, e&#769; possi&#769;vel que as pessoas aprendam e desenvolvam a lideranc&#807;a diferenciada. Como? Primeiramente entendendo que lideranc&#807;a na&#771;o e&#769; um cargo ou uma func&#807;a&#771;o, mas sim um processo de influe&#770;ncia, isto e&#769;, a escolha de determinados comportamentos no relacionamento que ajudem e facilitem outra pessoa a refletir e mudar, de forma consciente e volunta&#769;ria, o seu pro&#769;prio comportamento. <br /> 						Estes comportamentos diferenciados de influe&#770;ncia sa&#771;o objeto de estudos cienti&#769;ficos de antropo&#769;logos, socio&#769;logos, psico&#769;logos e psiquiatras, inclusive no ambiente de nego&#769;cios. Existe um verdadeiro arsenal de me&#769;todos e te&#769;cnicas que especificam claramente a maneira correta de se comportar para exercer uma influe&#770;ncia diferenciada. Mas enta&#771;o, por que a Lideranc&#807;a Diferenciada e&#769; ta&#771;o difi&#769;cil de ser encontrada? A resposta esta&#769; na maneira pela qual o processo educacional ocorre, a comec&#807;ar pela selec&#807;a&#771;o do conteu&#769;do. Falta crite&#769;rio e foco na escolha dos me&#769;todos e te&#769;cnicas de lideranc&#807;a, o que torna as organizac&#807;o&#771;es refe&#769;ns do modismo. Existe imediatismo, levando as organizac&#807;o&#771;es a optar por metodologias de ensino- aprendizagem empi&#769;ricas e carga hora&#769;ria reduzida, mas que prometem mudanc&#807;as milagrosas no curto prazo. Principalmente, ainda e&#769; insuficiente a conscie&#770;ncia daqueles que dete&#770;m o poder de influe&#770;ncia, fruto da autoridade de sua posic&#807;a&#771;o hiera&#769;rquica &ndash; a alta direc&#807;a&#771;o das organizac&#807;o&#771;es - de que liderar na&#771;o e&#769; mais trabalho para amadores. <br /><br /><strong> 						Mudanc&#807;a Organizacional </strong><br /> 						E&#769; compreensi&#769;vel que a alta direc&#807;a&#771;o das empresas, independentemente da gerac&#807;a&#771;o, esteja confusa com a diversidade e a complexidade de linguagem das terminologias adotadas em lideranc&#807;a, onde uma sabedoria original recebe novos nomes e ate&#769; mesmo significados que manejam a nossa equivocada percepc&#807;a&#771;o de que esta&#771;o ultrapassadas. A alta direc&#807;a&#771;o das organizac&#807;o&#771;es esta&#769; desconfiada da convicc&#807;a&#771;o de determinados autores e consultores que defendem o seu modelo de lideranc&#807;a como sendo o melhor. Um reme&#769;dio milagroso capaz de livrar da morte qualquer organizac&#807;a&#771;o que esteja doente ou almeja a longevidade. <br /> 						Cada organizac&#807;a&#771;o e&#769; um organismo vivo que deve ser diagnosticado e tratado customizadamente. Os pesquisadores e especialistas da a&#769;rea de gerenciamento da inovac&#807;a&#771;o e desenvolvimento organizacional ja&#769; descobriram a importa&#770;ncia da adequac&#807;a&#771;o da cultura no lugar de uma radical intervenc&#807;a&#771;o. <br /> 					 				 			 		 		 			 				 					 				 					 						O professor Ilacyr Gualazzi, em seu artigo &ldquo;Teoria do Desenvolvimento Organizacional&rdquo; nos explica que mudanc&#807;as revoluciona&#769;rias, apesar de ra&#769;pidas, transgridem e rejeitam as antigas expectativas. Ja&#769; nas mudanc&#807;as sistema&#769;ticas, segundo o Prof. Ilacyr: &ldquo;responsa&#769;veis pela mudanc&#807;a delineiam modelos expli&#769;citos do que a organizac&#807;a&#771;o deveria ser em comparac&#807;a&#771;o com o que e&#769;, enquanto aqueles cujas ac&#807;o&#771;es sera&#771;o afetadas (...) estudam, avaliam e criticam o modelo de mudanc&#807;a, para recomendar alterac&#807;o&#771;es nele, baseados em seu pro&#769;prio discernimento e compreensa&#771;o. (...) As tenso&#771;es intelectuais e emocionais criadas entre todos os responsa&#769;veis pelo planejamento e implementac&#807;a&#771;o estimulam a mudanc&#807;a. Essas tenso&#771;es baseiam-se em compreensa&#771;o, discernimento, comprometimento e convicc&#807;a&#771;o quanto a&#768; correc&#807;a&#771;o da mudanc&#807;a do que e&#769; para o que deveria ser. Assim, as mudanc&#807;as resultantes traduzem-se por apoio e na&#771;o por resiste&#770;ncias ou ressentimentos&rdquo;. Trata-se simplesmente de considerar opinio&#771;es diferentes, ser capaz de gerir um conflito produtivo, valorizar o consenso e obter sinergia e disciplina na execuc&#807;a&#771;o da mudanc&#807;a. <br /><br /><strong> 						Modelo Mental: Ser Humano e&#769; Ser Diferente </strong><br /> 						Uma mudanc&#807;a sistema&#769;tica nos comportamentos adotados no processo de influe&#770;ncia para que o mesmo, conforme enfatiza Le&#769;o Bruno &ldquo;leve ao desenvolvimento humano e social&rdquo;, requer, obrigatoriamente, o domi&#769;nio da antropologia, neurocie&#770;ncia e psicologia aplicadas ao ambiente de nego&#769;cios. Estamos falando do conhecimento sobre o funcionamento do ce&#769;rebro humano no geral e, especificamente, do autoconhecimento das razo&#771;es pelas quais possui&#769;mos nossas crenc&#807;as, valores, atitudes e comportamentos habituais. Novamente, isto so&#769; e&#769; possi&#769;vel atrave&#769;s do processo educacional, pois como afirma categoricamente Richard Dawkins, conceituado estudioso da evoluc&#807;a&#771;o das especies, em seu livro<em> O Gene Egoi&#769;sta</em>: &ldquo;(...) se o leitor desejar (...) construir uma sociedade em que os indivi&#769;duos cooperam generosa e desinteressadamente para o bem-estar comum, ele na&#771;o deve esperar grande ajuda por parte da natureza biolo&#769;gica. Tratemos de ensinar a generosidade e o altrui&#769;smo, porque nascemos egoi&#769;stas.&rdquo; <br /> 						A afirmac&#807;a&#771;o de Dawkins e&#769; respaldada pelas recomendac&#807;o&#771;es de Le&#769;o Bruno: &ldquo;(...) este estudo mostrou uma relac&#807;a&#771;o alta e positiva entre o equili&#769;brio de valores pessoais e a efica&#769;cia de lideranc&#807;a (...) e o desempenho organizacional (...) E&#769; fortemente recomenda&#769;vel que os esforc&#807;os de desenvolvimento de lideranc&#807;as levem em conta uma ana&#769;lise cri&#769;tica do equili&#769;brio de valores pessoais, uma vez que todos os valores pessoais considerados neste estudo sa&#771;o importantes (...)&rdquo;. Tambe&#769;m por Roberto Lira Miranda, consagrado consultor empresarial, em seu livro <em>Intelige&#770;ncia Total na Empresa &ndash; Uso Integral das Aptido&#771;es Cerebrais no Processo Empreendedor</em>: &ldquo;O uso integral das aptido&#771;es cerebrais na gesta&#771;o empresarial permite fazer melhor e mais depressa tudo que tem que ser feito.&rdquo; <br /> 					 				 			 		 		 			 				 					 				 					 						O Professor de Lideranc&#807;a Manfred de Vries (que tambe&#769;m e&#769; Psiquiatra e estudioso das mentes empreendedoras) em seu livro <em>Reflexo&#771;es sobre Cara&#769;ter e Lideranc&#807;a</em>, chama a nossa atenc&#807;a&#771;o com a constatac&#807;a&#771;o: (...) Sejamos realistas, no mundo desenvolvido, poderi&#769;amos descrever cerca de 20% da populac&#807;a&#771;o como pessoas que esta&#771;o perfeitamente bem &ndash; boa fami&#769;lia, frustrac&#807;o&#771;es apropriadas a&#768; sua idade durante a fase de crescimento, pais bondosos e compreensivos, etc. &ndash; maravilhoso. E ha&#769; 20% que sa&#771;o desafortunados, que cresceram cercados por viole&#770;ncia, abuso, alcoolismo e coisas ainda piores. Pouqui&#769;ssimos conseguem escapar disso, so&#769; se tiverem algum parente, professor, vizinho, membro da fami&#769;lia &ndash; algue&#769;m que se importe com a crianc&#807;a (...). Afora isso, ha&#769; o restante de no&#769;s, neuro&#769;ticos, situados em algum ponto no meio disso tudo (...)&rdquo; <br /> 						E&#769; importante entender a si mesmo, nossas neuroses, e aceitar humildemente a necessidade de mudar comportamentos que sa&#771;o contra&#769;rios a missa&#771;o da Lideranc&#807;a Diferenciada. Essa mudanc&#807;a exige coragem, mas e&#769; necessa&#769;ria para enfrentar as dificuldades de disciplina na execuc&#807;a&#771;o dos me&#769;todos e te&#769;cnicas aprendidos. Caso contra&#769;rio, na&#771;o tera&#769; empatia e pacie&#770;ncia suficientes com aqueles que influencia, desrespeitando o ritmo e o tempo de aprendizado de que eles necessitam. <br /> 						William Bridges em seu livro <em>As Empresas tambe&#769;m precisam de terapia</em>, estabelece um paralelo entre os tipos de personalidade ba&#769;sicos apresentados pelo renomado psicanalista sui&#769;c&#807;o Carl Jung e os desenvolvidos mais tarde pelas americanas Katherine Cook Briggs e Isabel Briggs Myers, identificando o que chamou de cara&#769;ter das organizac&#807;o&#771;es. O livro de William ressalta: &ldquo;Cada vez mais, o universo empresarial se da&#769; conta de que, muito ale&#769;m do know how te&#769;cnico, o talento humano e&#769; o principal diferencial competitivo (...). Com base em suas pesquisas, William afirma: &ldquo;E&#769; possi&#769;vel compreender como agem as organizac&#807;o&#771;es e porque elas sa&#771;o ta&#771;o resistentes a&#768; mudanc&#807;as mais fundamentais (...).&rdquo; <br /> 						Nesta a&#769;rea, se por um lado existem instrumentos cienti&#769;ficos e de baixa margem de erro, u&#769;teis para o autoconhecimento &ndash; como o MBTI &ndash; muitas vezes os resultados da autopercepc&#807;a&#771;o na&#771;o sa&#771;o aproveitados como um meio para o autodesenvolvimento de novos comportamentos individuais e grupais, atrave&#769;s da educac&#807;a&#771;o continuada subsequente. <br /><br /><strong> 						Uma Organizac&#807;a&#771;o Diferenciada requer Gestores Li&#769;deres Diferenciados</strong><br /> 						Le&#769;o Bruno na&#771;o se cansa de afirmar que na&#771;o importa o tamanho e o segmento de mercado do seu nego&#769;cio: O cena&#769;rio e&#769; de competitividade crescente. A sobrevive&#770;ncia depende da efica&#769;cia do gerenciamento da inovac&#807;a&#771;o de valor. A estrate&#769;gia deve resultar na diferenciac&#807;a&#771;o organizacional. Mudanc&#807;as na maneira como se persegue os resultados econo&#770;micos e financeiros sa&#771;o necessa&#769;rias, pois a prioridade e&#769; a satisfac&#807;a&#771;o de TODOS os stakeholders: clientes, colaboradores, sociedade e acionista.<br /> 					 				 			 		 		 			 				 					 				 					 						Satisfazer simultaneamente o cliente, a sociedade e o acionista requer do Gestor domi&#769;nio de tecnologias que garantam a qualidade e produtividade com responsabilidade so&#769;cio- ambiental. <br /> 						No livro <em>Management of Organizational Behavior: Leading Human Resources</em>, Paul Hersey, Kenneth H. Blanchard e Dewey E. Johnson, especialistas em lideranc&#807;a e consagrados mundialmente, enfatizam: &ldquo;Organizac&#807;o&#771;es de sucesso esta&#771;o profundamente atentas ao seu senso de propo&#769;sito. Do mesmo modo que a busca por significado e&#769; uma das principais motivac&#807;o&#771;es humanas, tambe&#769;m e&#769; caracteri&#769;stica principal de organizac&#807;o&#771;es dina&#770;micas e em crescimento. Essas organizac&#807;o&#771;es clarificaram suas responsabilidades com seus clientes, a sociedade, o meio ambiente, donos e funciona&#769;rios &ndash; os stakeholders que sa&#771;o fortemente afetados por seu desempenho&rdquo;. No mesmo livro fazem refere&#770;ncia a Peter Drucker, pioneiro e principal contribuidor no campo da gesta&#771;o, que afirma: &ldquo;(...) para o gestor ter sucesso, deve buscar resultados valorizados pelas pessoas que influenciam nas realizac&#807;o&#771;es da organizac&#807;a&#771;o. Gestores devem buscar atender as necessidades e aspirac&#807;o&#771;es tanto dos seus liderados quanto dos stakeholders. Portanto, definimos gesta&#771;o por influenciar pessoas e outros recursos para alcanc&#807;ar resultados significativos&rdquo;.<br /> 						Reter talentos que se auto-realizam comprometidos com estes stakeholders requer domi&#769;nio do manejo da hierarquia das necessidades motivacionais. Em seu livro <em>Motivac&#807;a&#771;o 3.0</em>, o Daniel Pink nos alerta: &ldquo;Inu&#769;meras organizac&#807;o&#771;es (...) ainda funcionam a partir de premissas sobre o potencial humano, obsoletas, na&#771;o verificadas e enraizadas muito mais em folclore do que em cie&#770;ncia. Continuam a adotar pra&#769;ticas como planos de incentivos de curto prazo e esquemas de desempenho bonificado, mesmo diante de cabais evide&#770;ncias de que medidas desse tipo em geral na&#771;o funcionam&rdquo;. Daniel Pink nos chama a atenc&#807;a&#771;o para algo que Frederick Herzberg, Abraham Maslow e Ceci&#769;lia Bergamini ja&#769; tinham descoberto ha&#769; tempos: (...) os fatores motivacionais ve&#770;m de dentro de cada um de no&#769;s. E&#769; o legado que deixaremos no mundo e nosso ni&#769;vel de satisfac&#807;a&#771;o pessoal e profissional que nos incentivam a buscar o melhor desempenho e resultado em tudo o que nos propomos a fazer (...)&rdquo;.<br /> 						Na&#771;o obstante a esta afirmac&#807;a&#771;o, o conhecido consultor e conselheiro de empresas Vicente Falconi reforc&#807;a: &ldquo;Estas necessidades, como classificadas por Maslow, devem se constituir em um dos focos da gesta&#771;o de pessoas e estar presente no consciente dos li&#769;deres.&rdquo; O autor, James Hunter ensina: &ldquo;(...) uma vez que essa direc&#807;a&#771;o e&#769; definida, os li&#769;deres servidores viram a estrutura organizacional de cabec&#807;a para baixo. Eles focalizam em dar aos empregados tudo o que eles precisam para vencer, seja recurso, tempo, orientac&#807;a&#771;o ou inspirac&#807;a&#771;o.&rdquo;<br /> 					 				 			 		 		 			 				 					 				 					 						Apesar de ser cientificamente verdade que as pessoas possuem uma motivac&#807;a&#771;o intri&#769;nseca pela busca de auto-realizac&#807;a&#771;o, esta busca pode estar inconscientemente contaminada pelo egoi&#769;smo, como vimos no Modelo Mental. Diagnosticar comportamentos inadequados a&#768; situac&#807;a&#771;o e&#769; vital. Ter flexibilidade e adaptabilidade em diferentes estilos de lideranc&#807;a tambe&#769;m. Estamos falando da Lideranc&#807;a Situacional, aceita como sendo um dos mais eficazes ferramentas de lideranc&#807;a. Todos concordam com a lo&#769;gica da Lideranc&#807;a Situacional, mas poucos conseguem efica&#769;cia, como as pesquisas de Le&#769;o Bruno apontam: &ldquo;(...) em seu processo deciso&#769;rio, eles dara&#771;o mais importa&#770;ncia aos valores predominantes. (...) esta amostra de executivos valoriza mais os aspectos teo&#769;rico e econo&#770;mico. (...) Apenas 20% dos executivos pesquisados (...) apresentaram um perfil equilibrado de li&#769;der. (...) eles te&#770;m dificuldades em lidar com problemas de disciplina ou com grupos que possuam baixos ni&#769;veis de maturidade.&rdquo; <br /><br /><strong> 						Conclusa&#771;o: o desafio da mudanc&#807;a e&#769; ter equili&#769;brio e ser situacional!</strong><br /> 						Margareth Wheatley, presidente de uma fundac&#807;a&#771;o de pesquisas cienti&#769;ficas e educacionais, e&#769; uma das mais respeitadas autoras da atualidade no assunto Mudanc&#807;a Organizacional. Em seu livro, <em>Lideranc&#807;a e a Nova Cie&#770;ncia</em>, Margareth alerta que vivemos num tempo de caos, rico em potencial para novas possibilidades. Recomenda atentarmos para novas formas de organizac&#807;a&#771;o onde relacionamentos sa&#771;o o que mais importa, baseados na cooperac&#807;a&#771;o e na participac&#807;a&#771;o. Ela reitera: &ldquo;Segundo a teoria da motivac&#807;a&#771;o, a nossa atenc&#807;a&#771;o esta&#769; se deslocando da busca de recompensas externas para a valorizac&#807;a&#771;o dos motivadores intri&#769;nsecos que nos da&#771;o mais energia. (...) Estamos comec&#807;ando a considerar as fortes emoc&#807;o&#771;es que sa&#771;o parte da condic&#807;a&#771;o humana, em vez de nos segmentarmos ao acreditar que o amor na&#771;o faz parte do trabalho ou que os sentimentos sa&#771;o irrelevantes no a&#770;mbito da organizac&#807;a&#771;o.&rdquo; Paul Hersey, Kenneth H. Blanchard e Dewey E. Johnson ao se referirem ao ritmo das mudanc&#807;as continuas a aceleradas, citam Rosabeth Moss Kanter, professora da Harvard Business School, que previu esse novo mundo: &ldquo;O maior desafio que a gesta&#771;o enfrenta hoje e&#769; viver em um mundo de turbule&#770;ncia e incerteza onde novos competidores entram em cena diariamente, e as condic&#807;o&#771;es competitivas mudam diariamente. Na&#771;o podemos mais contar com um mundo esta&#769;vel, imuta&#769;vel e invaria&#769;vel no nosso planejamento de gesta&#771;o.&rdquo; <br /> 						Na&#771;o podemos esquecer que o cena&#769;rio tambe&#769;m e&#769; composto da realidade onde a nova gerac&#807;a&#771;o, insuficientemente qualificada, esta&#769; muitas vezes buscando autorealizac&#807;a&#771;o de uma forma egoi&#769;sta e algumas vezes mercena&#769;ria. Onde feudos e focos de resiste&#770;ncia a&#768; mudanc&#807;as existem dentro das organizac&#807;o&#771;es. Onde a previsibilidade convive com a incerteza.<br /> 					 				 			 		 		 			 				 					 				 					 						 							Este cena&#769;rio requer uma conscie&#770;ncia de que a lideranc&#807;a deve ter lucidez para discernir como atuar em determinadas circunsta&#770;ncias, sem se deixar levar por um u&#769;nico caminho, inflexi&#769;vel, cujo crite&#769;rio de escolha se limita a&#768; coincide&#770;ncia com as crenc&#807;as, valores e prefere&#770;ncias pessoais. A figura abaixo apresenta as premissas de uma organizac&#807;a&#771;o liderada de forma diferenciada. O que aparentemente e&#769; antago&#770;nico, torna-se eficaz sob a&#768; o&#769;tica do diagno&#769;stico da situac&#807;a&#771;o. <br /><br /><strong> 						 					 				 				 					 					 						 					 						 							 								ORGANIZAC&#807;A&#771;O DIFERENCIADA </strong><br /></div>  <div ><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="http://www.ricardomallet.com/uploads/1/5/8/1/1581375/1477856_orig.png" alt="Picture" style="width:100%;max-width:754px" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div  class="paragraph editable-text" style=" text-align: left; ">Termino este artigo com a constatac&#807;a&#771;o de J. L. Banet, autor da tese &ldquo;O Ser e o Ter&rdquo;, que deu origem a&#768; teoria da &ldquo;Evoluc&#807;a&#771;o das Civilizac&#807;o&#771;es atrave&#769;s das Dina&#770;micas Motivacionais&rdquo; de alto impacto nos meios cienti&#769;ficos: &ldquo;(...) Cientistas e empresa&#769;rios, mesmo vivendo a poucas quadras de dista&#770;ncia ou mesmo sentados ao redor da mesa, sempre habitaram mundos diferentes (...) Qual a raza&#771;o desse desencontro? A resposta e&#769; relativamente simples: nem os empresa&#769;rios precisavam dos socio&#769;logos, psico&#769;logos ou antropo&#769;logos, nem esses precisavam dos empresa&#769;rios. Os u&#769;ltimos preocupados com a resoluc&#807;a&#771;o de problemas tecnolo&#769;gicos que lhe permitissem aumentar a produc&#807;a&#771;o em condic&#807;o&#771;es de atender a demanda sempre crescente, dedicavam exi&#769;gua atenc&#807;a&#771;o aos estudos e descobertas que na&#771;o atendessem diretamente suas preocupac&#807;o&#771;es fabris. Ja&#769; a intelectualidade que dominava as cie&#770;ncias sociais limitavam-se a degustar suas descobertas nos redutos formados pelas confrarias&nbsp;cienti&#769;ficas, reconhecendo, antecipadamente, o pequeno impacto de seu trabalho sobre a classe empresarial(...) Apo&#769;s anos de perplexidade em que as empresas navegavam ao sabor dos acontecimentos, surgem as primeiras tentativas de compreensa&#771;o da mudanc&#807;a, dentro de um enfoque de humildade e, ate&#769; de contric&#807;a&#771;o: O que estamos fazendo? O que e&#769; necessa&#769;rio fazer agora que na&#771;o fazi&#769;amos antes?&rdquo;&nbsp;<br /><br />Acredito que enquanto os gestores da alta direc&#807;a&#771;o das empresas na&#771;o se dispuserem a dar a mesma importa&#770;ncia ao aprendizado das cie&#770;ncias do comportamento tanto quanto da&#771;o para a tecnologia e as cie&#770;ncias exatas, dificilmente o processo educacional nas organizac&#807;o&#771;es tera&#769; efica&#769;cia e a lideranc&#807;a sera&#769; diferenciada. Na&#771;o faltam manuais de procedimentos te&#769;cnicos nas organizac&#807;o&#771;es. Mas quantas delas possuem o seu Manual de Lideranc&#807;a?&nbsp;<br /><br /><br /><strong>Fontes bibliogra&#769;ficas</strong><br /><ul style=""><li style="">BANET, J.L.; O fim da qualidade. Editora P&amp;A, 1997.&nbsp;<br /><br /></li><li style="">BERGAMINI, Cecilia Whitaker; Motivac&#807;a&#771;o nas organizac&#807;o&#771;es. Atlas, 1997.&nbsp;<br /><br /></li><li style="">BRIDGES, William; As empresas tambe&#769;m precisam de terapia: como usar os tipos&nbsp;junguianos. Editora Gente, 1992.&nbsp;<br /><br /></li><li style="">BRUNO, Le&#769;o F. C. &ndash; Organizational differentiation: Leading organizations into adding&nbsp;value to society &ndash; Nova Lima: Fundac&#807;a&#771;o Dom Cabral, 2006 (Caderno de Ideias ;&nbsp;CI0603).&nbsp;<br /><br /></li><li style="">FALCONI, Vicente; O verdadeiro poder.Indg, 2009.&nbsp;<br /><br /></li><li style="">HERSEY, Paul; BLANCHARD, Kenneth H.; JOHNSON, Dewey E. Management of&nbsp;Organizational Behavior - Leading Human Resources. New Delhi: PHI, 2009.&nbsp;<br /><br /></li><li style="">KETS DE VRIES, Manfred F.R.; Reflexo&#771;es sobre cara&#769;ter e lideranc&#807;a.Bookman. 2010.&nbsp;<br /><br /></li><li style="">MIRANDA, Roberto Lira; Intelige&#770;ncia Total na empresa: uso integral das aptido&#771;es&nbsp;cerebrais no processo empreendedor. Campus, 1998.&nbsp;<br /><br /></li><li style="">PINK, Daniel; Motivac&#807;a&#771;o 3.0: os novos fatores motivacionais que buscam tanto a&nbsp;realizac&#807;a&#771;o pessoal quanto profissional. Campus,2010.&nbsp;<br /><br /></li><li style="">WHEATLEY, Margareth J.; Lideranc&#807;a e a nova cie&#770;ncia: descobrindo ordem num&nbsp;mundo cao&#769;tico. Cultrix, 1999.&nbsp;<br /><br /></li></ul>* Celso de Souza e Souza: Pedagogo com especializac&#807;o&#771;es em Recursos Humanos e em Dina&#770;mica dos Grupos (SBDG). Formado em Coaching Integrado, Psicologia Aplicada a Nego&#769;cios, Lideranc&#807;a Situacional e Lideranc&#807;a Situacional Avanc&#807;ada. Qualificado para aplicac&#807;a&#771;o do instrumento MBTI (Myers Briggs Type Indicator). Atua como metodologista educacional, educador e coach especializado em lideranc&#807;a em parceria com a Fundac&#807;a&#771;o Fritz Muller de Blumenau/SC, associada da Fundac&#807;a&#771;o Dom Cabral.&nbsp;<br /></div>  ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[A importância da competência interpessoal]]></title><link><![CDATA[http://www.ricardomallet.com/2/post/2011/12/a-importancia-da-competencia-interpessoal.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.ricardomallet.com/2/post/2011/12/a-importancia-da-competencia-interpessoal.html#comments]]></comments><pubDate>Wed, 21 Dec 2011 12:24:47 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.ricardomallet.com/2/post/2011/12/a-importancia-da-competencia-interpessoal.html</guid><description><![CDATA[Por Celso de Souza e Souza *Vivemos na era do conhecimento, onde o capital intelectual &eacute; o principal diferencial das empresas. Contudo, na maioria das vezes acreditamos que somente o conhecimento t&eacute;cnico &eacute; suficiente para conseguirmos os resultados em nosso trabalho e nos esquecemos de uma outra vari&aacute;vel muito importante: o relacionamento. Seja com o cliente, fornecedor, colegas de trabalho  [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div  class="paragraph editable-text" style=" text-align: left; ">Por Celso de Souza e Souza *<br /><br />Vivemos na era do conhecimento, onde o capital intelectual &eacute; o principal diferencial das empresas. Contudo, na maioria das vezes acreditamos que somente o conhecimento t&eacute;cnico &eacute; suficiente para conseguirmos os resultados em nosso trabalho e nos esquecemos de uma outra vari&aacute;vel muito importante: o relacionamento. Seja com o cliente, fornecedor, colegas de trabalho e at&eacute; mesmo com o nosso superior imediato, os relacionamentos tem sido a principal causa dos problemas nas organiza&ccedil;&otilde;es. Afinal, cada vez mais as empresas precisam ter os seus setores sincronizados, exigindo um perfeito entrosamento entre as pessoas que trabalham nos mesmos. Cada vez mais o cliente apresenta expectativas crescentes sobre a forma pela qual deseja ser atendido e respeitado como pessoa. Cada vez mais os L&iacute;deres necessitam obter o comprometimento dos seus liderados. Tudo isso s&oacute; &eacute; poss&iacute;vel atrav&eacute;s dos relacionamentos.&nbsp;<br />O que torna os relacionamentos dif&iacute;ceis &eacute; a incapacidade das partes evolu&iacute;rem do conflito para o consenso. O conflito &eacute; na maioria das vezes inevit&aacute;vel, pois resulta das diferen&ccedil;as entre as pessoas. Referimo-nos n&atilde;o s&oacute; das diferen&ccedil;as de conhecimento, mas principalmente de caracter&iacute;sticas pessoais, valores e cren&ccedil;as. Na maioria das vezes n&atilde;o conseguimos sair do conflito, pois encaramos o comportamento do nosso interlocutor como sendo uma amea&ccedil;a, pelo simples fato de ser diferente do nosso. Pessoas mais racionais s&atilde;o vistas como frias e impessoais. Pessoas mais emotivas, como sendo fracas e de cora&ccedil;&atilde;o mole. Pessoas precavidas e meticulosas como sendo medrosas e inseguras. Pessoas arrojadas como sendo afoitas e precipitadas. Somos r&aacute;pidos em rotular negativamente pessoas cujos comportamentos s&atilde;o apenas diferentes dos nossos. Somos r&aacute;pidos em nos defender e atacar aqueles que simplesmente pensam diferente de n&oacute;s. Esquecemo-nos de que ser humano &eacute; ser diferente!&nbsp;<br />A &uacute;nica maneira de evoluir do conflito para o consenso (acordo ganha-ganha) &eacute; a pr&aacute;tica da converg&ecirc;ncia. Converg&ecirc;ncia &eacute; a rea&ccedil;&atilde;o que sempre devemos ter quando somos contrariados. No lugar de nos defender, a converg&ecirc;ncia nos faz ouvir com aten&ccedil;&atilde;o e interesse. No lugar de atacar, a converg&ecirc;ncia nos faz perguntar, para ajudar o nosso interlocutor a argumentar com mais objetividade e clareza. Basta a rea&ccedil;&atilde;o convergente de uma das partes para que o conflito evolua para o consenso.&nbsp;<br />Tudo o que falamos at&eacute; agora refere-se a compet&ecirc;ncia interpessoal. Definimos compet&ecirc;ncia interpessoal como saber e querer fazer comportamentos de relacionamento onde prevalecem o respeito e o entendimento entre as partes. A compet&ecirc;ncia interpessoal s&oacute; &eacute; adquirida atrav&eacute;s do autoconhecimento. Se voc&ecirc; n&atilde;o conhece a si mesmo, dificilmente compreender&aacute; o outro. Descubra quais s&atilde;o as suas caracter&iacute;sticas pessoais mais marcantes e as suas prefer&ecirc;ncias de comportamento. Pergunte-se: eu quero ser assim? Eu posso ser assim em todas as situa&ccedil;&otilde;es de relacionamento? Estou gerando conflitos sem conseguir evoluir para o consenso? Quais as caracter&iacute;sticas pessoais e prefer&ecirc;ncias das outras pessoas que mais me incomodam? Por que ser&aacute; que elas me incomodam tanto? Trato os meus conflitos de forma adulta e profissional? Meus relacionamentos est&atilde;o contaminados pela intransig&ecirc;ncia e falta de respeito ou contagiados pela harmonia e a coopera&ccedil;&atilde;o?&nbsp;<br />De nada adiantar&aacute; a sua compet&ecirc;ncia t&eacute;cnica se voc&ecirc; n&atilde;o conseguir se relacionar bem com as pessoas. Afinal, voc&ecirc; quer ser respeitado e admirado apenas por aquilo que voc&ecirc; sabe ou tamb&eacute;m pelo ser humano que voc&ecirc; &eacute;?&nbsp;<br /><br />* Celso de Souza e Souza &eacute;&nbsp;Pedagogo com especializa&ccedil;&atilde;o em Administra&ccedil;&atilde;o de Recursos Humanos, forma&ccedil;&atilde;o em Psicologia Aplicada a Neg&oacute;cios, Lideran&ccedil;a Situacional e Empreendedorismo. Qualificado para aplica&ccedil;&atilde;o do instrumento de autoconhecimento MBTI &ndash; Myers Briggs Type Indicator. Atua como Educador e Leadership Coach em parceria com a Funda&ccedil;&atilde;o Fritz Muller.<br />celso@souzarochaeducacional.com.br&nbsp;<br />www.souzarochaeducacional.com.br<br /></div>  ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Como liderar uma equipe?]]></title><link><![CDATA[http://www.ricardomallet.com/2/post/2011/12/como-liderar-uma-equipe.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.ricardomallet.com/2/post/2011/12/como-liderar-uma-equipe.html#comments]]></comments><pubDate>Mon, 12 Dec 2011 11:22:33 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.ricardomallet.com/2/post/2011/12/como-liderar-uma-equipe.html</guid><description><![CDATA[  [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<span class='imgPusher' style='float:left;height:0px'></span><span style=' float: left; z-index: 10; position: relative; ;clear:left;margin-top:0px;*margin-top:0px'><a><img src="http://www.ricardomallet.com/uploads/1/5/8/1/1581375/5980790.jpg" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; border-width:0;" alt="Picture" class="galleryImageBorder" /></a><div style="display: block; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px; text-align: center;"></div></span> <div  class="paragraph editable-text" style=" text-align: left; display: block; ">Por Ricardo Mallet *<br /><br /> O cen&aacute;rio atual no mundo dos neg&oacute;cios tem colocado grande responsabilidade nas m&atilde;os dos l&iacute;deres ao exigir a forma&ccedil;&atilde;o de equipes compostas por gera&ccedil;&otilde;es, culturas e nacionalidades t&atilde;o distintas. Somado a isso, objetivos audaciosos e prazos cada vez mais curtos para a conclus&atilde;o dos projetos tornam imensamente complexa a tarefa de integrar e alinhar o capital humano que precisa, mais do que nunca, trabalhar de forma sin&eacute;rgica.<br /> Neste artigo, vamos conhecer e analisar os principais desafios que o gestor deve enfrentar e vencer para desenvolver uma equipe, e os conceitos e t&eacute;cnicas que d&atilde;o suporte &agrave; lideran&ccedil;a quando exercida em grupos de trabalho.<br />No livro <em style="">O gerente minuto desenvolve equipes de alto desempenho</em>, BLANCHARD, CAREW e PARISI-CAREW (1995, p.17) estimam que 50 a 90% do tempo da maioria dos gerentes &eacute; empregado em algum tipo de atividade de grupo com duas ou mais pessoas. Mas ser&aacute; que os gestores est&atilde;o capacitados para atuar nessas situa&ccedil;&otilde;es?<br />A forma&ccedil;&atilde;o e a lideran&ccedil;a de equipes de trabalho passa, inevitavelmente, por per&iacute;odos turbulentos repletos de incertezas e conflitos. O descontrole resultante do processo faz com que o gestor, muitas vezes despreparado para lidar com vari&aacute;veis subjetivas, tenha grande dificuldade para integrar as pessoas e desenvolver a maturidade do grupo.<br />Para avan&ccedil;armos nesse tema t&atilde;o importante, vamos, primeiramente, compreender a distin&ccedil;&atilde;o entre os termos &ldquo;grupo&rdquo; e &ldquo;equipe&rdquo;.&nbsp;<br />Grupo &eacute; diferente de equipe. O grupo tem objetivos, por vezes divergentes, onde cada um se preocupa com o seu pr&oacute;prio alvo. A equipe, ao contr&aacute;rio, trabalha por uma causa maior: um projeto coletivo. A equipe reconhece as contribui&ccedil;&otilde;es individuais e vibra com o resultado total. (GRAMIGNA, 2002, p. 122)<br />Fica claro, portanto, que liderar uma equipe significa promover tanto a maturidade dos seus integrantes quanto das rela&ccedil;&otilde;es de poder entre os mesmos. Nesse sentido, o l&iacute;der precisar&aacute; enfrentar e vencer dois desafios fundamentais que fazem parte do processo de desenvolvimento dos grupos de trabalho:<br /> <ol style=""> <li style="">Empoderar os liderados para assumirem a autogest&atilde;o.</li> <li style="">Garantir que o grupo evolua do conflito para a sinergia.</li> </ol> Vamos, agora, abordar cada um desses desafios e apresentar conceitos e t&eacute;cnicas para a lideran&ccedil;a de equipes.<br /> <br /> <strong style="">Desafio 1: empoderar os liderados para assumirem a autogest&atilde;o</strong><br /> &ldquo;Voc&ecirc; <strong style="">nunca, jamais</strong> ter&aacute; uma equipe empoderada e autodirigida, a n&atilde;o ser que o gerente esteja disposto a compartilhar o controle.&rdquo; (BLANCHARD; CAREW; PARISI-CAREW, 1995, p. 97)<br />Voc&ecirc; imaginaria ver um treinador entrando em campo para fazer o trabalho do seu time? A mentalidade - t&atilde;o comum entre alguns perfis de gestores - do &ldquo;deixa que eu fa&ccedil;o&rdquo; ou &ldquo;quem manda melhor faz&rdquo; &eacute;, assim, altamente perniciosa para a constru&ccedil;&atilde;o de equipes empoderadas e autogeridas. De fato, quanto mais o l&iacute;der assume as responsabilidades devidas aos liderados, menos respons&aacute;veis eles ser&atilde;o. Como responsabilidade e poder formam uma d&iacute;ade insepar&aacute;vel, ao exigir a primeira &eacute; obriga&ccedil;&atilde;o do l&iacute;der oferecer a segunda.<br />Uma equipe empoderada &eacute; mais r&aacute;pida sem perder sua efic&aacute;cia. Toma decis&otilde;es assertivas dispensando, na maioria dos casos, a opini&atilde;o e a aprova&ccedil;&atilde;o do l&iacute;der. Mas como construir uma equipe assim?<br />O empoderamento e a autogest&atilde;o numa equipe n&atilde;o ocorrem como resultado de um ato isolado. Eles s&atilde;o as consequ&ecirc;ncias de esfor&ccedil;os cont&iacute;nuos do l&iacute;der em conduzir seu grupo atrav&eacute;s de quatro est&aacute;gios de desenvolvimento - comuns a praticamente todos os grupos de trabalho - conforme modelo proposto por BLANCHARD, CAREW e PARISI-CAREW (1995, p. 70). Vejamos quais s&atilde;o eles.<br />  <br /><strong>Os 4 est&aacute;gios de desenvolvimento de grupos</strong><br /> <ol style=""> <li style=""><strong style="">Orienta&ccedil;&atilde;o</strong>: nesse est&aacute;gio, o grupo tem grandes expectativas por&eacute;m &eacute; dependente do l&iacute;der, necessitando de orienta&ccedil;&otilde;es sobre metas, m&eacute;todos de trabalho e sobre o papel de cada membro. Nessa situa&ccedil;&atilde;o, o l&iacute;der deve utilizar o &ldquo;estilo diretivo&rdquo; pois o moral do grupo &eacute; alto e a compet&ecirc;ncia &eacute; baixa.</li> <li style=""><strong style="">Insatisfa&ccedil;&atilde;o</strong>: nesse est&aacute;gio, o grupo sente uma discrep&acirc;ncia entre as altas expectativas e a dura realidade. Ao perceberem que os objetivos s&atilde;o dif&iacute;ceis de serem alcan&ccedil;ados, os liderados sentem-se insatisfeitos em rela&ccedil;&atilde;o a autoridade. Nessa situa&ccedil;&atilde;o, o l&iacute;der deve utilizar o &ldquo;estilo de treinamento&rdquo; pois o moral do grupo &eacute; baixo e a compet&ecirc;ncia &eacute; m&eacute;dia-baixa.</li> <li style=""><strong style="">Resolu&ccedil;&atilde;o</strong>: nesse est&aacute;gio, o grupo sente uma insatisfa&ccedil;&atilde;o decrescente. Reduzem-se as discrep&acirc;ncias entre expectativas e realidade e desenvolvem-se harmonia, confian&ccedil;a, apoio e respeito m&uacute;tuos. Os integrantes praticam maior abertura e mais <em style="">feedback</em>. Assumem responsabilidade e compartilham o controle. Utilizam uma linguagem de grupo (&ldquo;n&oacute;s&rdquo; em vez de &ldquo;eu&rdquo;). Nessa situa&ccedil;&atilde;o, o l&iacute;der deve utilizar o &ldquo;estilo de apoio&rdquo; pois o moral do grupo &eacute; m&eacute;dio e a compet&ecirc;ncia &eacute; m&eacute;dia-alta.</li> <li style=""><strong style="">Produ&ccedil;&atilde;o</strong>: nesse est&aacute;gio, as pessoas sentem-se entusiasmadas por participar das atividades de equipe. Demonstram grande confian&ccedil;a para realizar tarefas. Compartilham a lideran&ccedil;a. T&ecirc;m um sentimento positivo sobre o sucesso na execu&ccedil;&atilde;o de tarefas. T&ecirc;m alto n&iacute;vel de desempenho. Nessa situa&ccedil;&atilde;o, o l&iacute;der deve utilizar o &ldquo;estilo de delega&ccedil;&atilde;o&rdquo; pois o moral do grupo &eacute; alto e a compet&ecirc;ncia &eacute; alta.</li> </ol> Como vimos, &eacute; necess&aacute;rio ajustar o estilo de lideran&ccedil;a ao desenvolvimento do grupo pois as duas vari&aacute;veis, moral e compet&ecirc;ncia, variam de acordo com o est&aacute;gio em quest&atilde;o. Percebe-se, tamb&eacute;m, que o grupo apresenta um crescimento em poder e responsabilidade &agrave; medida que cresce seu n&iacute;vel de maturidade.<br /><br />  <strong style="">Desafio 2: garantir que o grupo evolua do conflito para a sinergia.</strong><br />Segundo SOUZA (2010, p. 124), o conflito surge quando h&aacute; um &ldquo;desacordo resultante de informa&ccedil;&otilde;es e prefer&ecirc;ncias pessoais diferentes&rdquo; enquanto a sinergia &eacute; quando &ldquo;o resultado do grupo &eacute; melhor do que os resultados individuais&rdquo;. Percebemos, portanto, que a sinergia &eacute; o verdadeiro <em style="">modus operandi</em> de uma equipe pois proporciona resultados que n&atilde;o podem ser alcan&ccedil;ados individualmente.<br />Mas como fomentar a sinergia em uma equipe?<br />A partir de experi&ecirc;ncias com jogos cooperativos, BROTTO (1997, p. 59) elenca alguns fatores que facilitam o desempenho dos grupos de trabalho. S&atilde;o eles: clareza de objetivos; solidariedade; confian&ccedil;a e respeito m&uacute;tuo; comunica&ccedil;&atilde;o aberta; coopera&ccedil;&atilde;o; &ldquo;parar para pensar&rdquo;; criatividade; lideran&ccedil;a de todos; paci&ecirc;ncia. Tendo como base os fatores elencados por Brotto e a experi&ecirc;ncia pessoal em liderar grupos, sintetizamos oito conceitos pr&aacute;ticos que o l&iacute;der dever&aacute; observar para conduzir o grupo do conflito para a sinergia.<br /><br />  <strong style="">Os 8 conceitos (8Cs) para fomentar a sinergia nas equipes:</strong><br />C1. Consci&ecirc;ncia<br /> C2. Comunica&ccedil;&atilde;o<br /> C3. Coopera&ccedil;&atilde;o<br /> C4. Coordena&ccedil;&atilde;o<br />C5. Converg&ecirc;ncia<br />C6. Confian&ccedil;a<br />C7. Companheirismo<br />C8. Criatividade<br />Vamos, agora, conhecer cada um desses conceitos e como o l&iacute;der dever&aacute; agir para desenvolv&ecirc;-los.<br /> <br /> <strong style="">C1. Consci&ecirc;ncia</strong><br /><ul style=""><li>A Consci&ecirc;ncia &eacute; o conceito que integra a percep&ccedil;&atilde;o e identifica&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo com os tr&ecirc;s elementos mais importantes da identidade organizacional: Miss&atilde;o, Vis&atilde;o e Valores.</li><li>Qual a import&acirc;ncia da Consci&ecirc;ncia para a sinergia do grupo?&nbsp;As pessoas trabalham com mais entusiasmo quando compreendem que suas tarefas individuais e o trabalho de sua equipe contribuem para um prop&oacute;sito maior. Sem consci&ecirc;ncia da Miss&atilde;o, Vis&atilde;o e Valores organizacionais, todo o trabalho de rotina parece desconexo e sem sentido, causando ang&uacute;stias e insatisfa&ccedil;&otilde;es que amea&ccedil;ar&atilde;o a integridade do grupo.</li><li>Como o l&iacute;der deve agir para desenvolver a Consci&ecirc;ncia no grupo?&nbsp;Refor&ccedil;ar constantemente a rela&ccedil;&atilde;o entre as tarefas e o seu significado no contexto maior da Miss&atilde;o da organiza&ccedil;&atilde;o, sua Vis&atilde;o de futuro e os Valores que est&atilde;o sendo comunicados para a sociedade. Resolver eventuais conflitos chamando a aten&ccedil;&atilde;o dos envolvidos para o real prop&oacute;sito do trabalho.</li></ul> <strong style="">C2. Comunica&ccedil;&atilde;o</strong><br /><ul style=""><li>A Comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; o conceito que expressa a capacidade da equipe em lidar com as informa&ccedil;&otilde;es relevantes para a execu&ccedil;&atilde;o dos m&eacute;todos e alcance das metas.</li><li>Qual a import&acirc;ncia da Comunica&ccedil;&atilde;o para a sinergia do grupo?&nbsp;&Eacute; atrav&eacute;s da comunica&ccedil;&atilde;o que ocorre o di&aacute;logo (do latim <em style="">dialogus</em>) que significa &ldquo;fluxo de significado&rdquo;. Ao favorecer a Comunica&ccedil;&atilde;o, estamos dando espa&ccedil;o para que a identidade organizacional (Miss&atilde;o, Vis&atilde;o e Valores) e o seu significado sejam refor&ccedil;ados e as informa&ccedil;&otilde;es relevantes sobre os m&eacute;todos de trabalho sejam compartilhadas.&nbsp;</li><li>Como o l&iacute;der deve agir para desenvolver a Comunica&ccedil;&atilde;o no grupo?&nbsp;Ser exemplo de efici&ecirc;ncia na comunica&ccedil;&atilde;o, tanto ao falar quanto ao ouvir. Ser eficaz ao receber e dar <em style="">feedback</em> aos liderados. Estimular a transpar&ecirc;ncia e a abertura de comunica&ccedil;&atilde;o entre o grupo.</li></ul> <strong style="">C3. Coopera&ccedil;&atilde;o</strong><br /><ul style=""><li>Coopera&ccedil;&atilde;o &eacute; o conceito que expressa a compet&ecirc;ncia para &ldquo;operar em conjunto&rdquo; (co-operar).</li><li>Qual a import&acirc;ncia da Coopera&ccedil;&atilde;o para a sinergia do grupo?&nbsp;O sentido da coopera&ccedil;&atilde;o pode ser expresso pela seguinte frase: se a sua opera&ccedil;&atilde;o facilita a minha e a minha opera&ccedil;&atilde;o facilita a sua, ent&atilde;o, estamos cooperando. Uma equipe que coopera funciona de forma mais r&aacute;pida, gera menos custos e obt&eacute;m melhores resultados. O seu oposto, a competi&ccedil;&atilde;o, desestimula a busca por alternativas do tipo ganha/ganha. Quando isso ocorre, em longo prazo teremos comportamentos improdutivos gerando custos desnecess&aacute;rios para todos os envolvidos.</li><li>Como o l&iacute;der deve agir para desenvolver a Coopera&ccedil;&atilde;o no grupo?&nbsp;Praticar a meritocracia valorizando a compet&ecirc;ncia individual mas, principalmente, quando essa &eacute; colocada a servi&ccedil;o da integridade da equipe. Aplicar o aforismo &ldquo;Cabe ao mais evolu&iacute;do a iniciativa da concilia&ccedil;&atilde;o.&rdquo; educando seus liderados a buscarem, o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel, alternativas do tipo ganha/ganha.</li></ul> <strong style="">C4. Coordena&ccedil;&atilde;o</strong><br /><ul style=""><li>A Coordena&ccedil;&atilde;o &eacute; o conceito que expressa o uso compartilhado do poder e da responsabilidade. &Eacute; o direito e o dever de todos os membros da equipe em buscar a ordem em conjunto (co-ordenar).</li><li>Qual a import&acirc;ncia da Coordena&ccedil;&atilde;o para a sinergia do grupo?&nbsp;Quando o poder e a responsabilidade est&atilde;o centralizados no l&iacute;der - ou mesmo num dos membros do grupo -, os demais integrantes tendem a assumir um comportamento imaturo e dependente. O conceito da Coordena&ccedil;&atilde;o fomenta a maturidade e leva o grupo &agrave; autogest&atilde;o, promovendo a disciplina necess&aacute;ria para a eficiente execu&ccedil;&atilde;o das tarefas.</li><li>Como o l&iacute;der deve agir para desenvolver a Coordena&ccedil;&atilde;o no grupo?&nbsp;Atrav&eacute;s de educa&ccedil;&atilde;o e treinamento, estimular a maturidade dos liderados para que melhor desempenhem suas compet&ecirc;ncias. Permitir uma participa&ccedil;&atilde;o ativa na tomada de decis&atilde;o aos liderados que demonstrarem compet&ecirc;ncia. Talvez seja esse, dentre os oito conceitos, o mais dif&iacute;cil de ser aplicado justamente por exigir do l&iacute;der a descentraliza&ccedil;&atilde;o do controle e do poder.</li> </ul> <strong style="">C5. Converg&ecirc;ncia</strong><br /><ul style=""><li>A Converg&ecirc;ncia &eacute; o conceito que expressa a interdepend&ecirc;ncia entre as metas tra&ccedil;adas nas diversas c&eacute;lulas e n&iacute;veis da organiza&ccedil;&atilde;o.</li><li>Qual a import&acirc;ncia da Converg&ecirc;ncia para a sinergia do grupo?&nbsp;Uma vez que a conquista das metas individuais contribuem para a conquista das metas de equipe, e a conquista das metas de equipe contribuem para a conquista das metas organizacionais, todos os membros devem ter ci&ecirc;ncia sobre os objetivos particulares e atuar visando o sucesso do grupo. Conflitos e diverg&ecirc;ncias, quando surgirem, devem ser rapidamente administrados pela pr&oacute;pria equipe de forma que os resultados tanto individuais quanto coletivos n&atilde;o sejam comprometidos.</li><li>Como o l&iacute;der deve agir para desenvolver a Converg&ecirc;ncia no grupo?&nbsp;Clarificar, preferencialmente por escrito, as metas individuais e coletivas. Explicitar a interdepend&ecirc;ncia entre os objetivos de cada um. De acordo com a maturidade do grupo e do contexto, as metas individuais poder&atilde;o ser negociadas de forma que, ao final, a meta coletiva seja fact&iacute;vel e desafiadora.&nbsp;</li></ul> <strong style="">C6. Confian&ccedil;a</strong><br /><ul style=""><li>A Confian&ccedil;a &eacute; o conceito que expressa o cr&eacute;dito de valor subjetivo depositado entre os membros da equipe.</li><li>Qual a import&acirc;ncia da Confian&ccedil;a para a sinergia do grupo?&nbsp;&Eacute; a Confian&ccedil;a que d&aacute; sustenta&ccedil;&atilde;o ao fluxo de significado (di&aacute;logo) que &eacute; condi&ccedil;&atilde;o indispens&aacute;vel para o bom funcionamento do grupo. Sem ela, a Comunica&ccedil;&atilde;o torna-se superficial, dissimulada e, consequentemente, o &ldquo;esp&iacute;rito do trabalho em equipe&rdquo; fica enfraquecido.</li><li>Como o l&iacute;der deve agir para desenvolver a Confian&ccedil;a no grupo?&nbsp;Externar constantemente os Valores organizacionais atrav&eacute;s do exemplo e estimular esse mesmo comportamento em sua equipe.</li></ul> <strong style="">C7. Companheirismo</strong><br /><ul style=""><li>O Companheirismo &eacute; o conceito que expressa o comportamento de apoio e zelo entre os membros da equipe.</li><li>Qual a import&acirc;ncia do Companheirismo para a sinergia do grupo?&nbsp;Diferentemente da amizade que fundamenta-se numa afei&ccedil;&atilde;o rec&iacute;proca, o Companheirismo &eacute; um comportamento que independe de prefer&ecirc;ncias pessoais. Visa o bem-estar de todos para a realiza&ccedil;&atilde;o dos objetivos de equipe. A falta de Companheirismo num grupo cria um ambiente psicol&oacute;gico in&oacute;spito, levando seus participantes a vivenciar sentimentos de inseguran&ccedil;a que reduzem a produtividade, a criatividade e comprometem a coes&atilde;o.</li><li>Como o l&iacute;der deve agir para desenvolver o Companheirismo no grupo?&nbsp;Ser exemplo de apoio e zelo para com os liderados. N&atilde;o praticar o nepotismo. Jamais criticar um membro da equipe em sua aus&ecirc;ncia ou &ldquo;pelas costas&rdquo;.</li></ul> <strong style="">C8. Criatividade</strong><br /><ul style=""><li>A Criatividade &eacute; o conceito que expressa a manifesta&ccedil;&atilde;o do poder renovador, transformador e evolutivo de uma equipe.</li><li>Qual a import&acirc;ncia da Criatividade para a sinergia do grupo?&nbsp;Quando &eacute; dado a todos o direito a contribuir com ideias, cria-se uma atmosfera instigante que aumenta a motiva&ccedil;&atilde;o pela participa&ccedil;&atilde;o. A evolu&ccedil;&atilde;o torna-se acelerada pois ningu&eacute;m resiste &agrave;s pr&oacute;prias ideias. A falta de Criatividade num grupo denota opress&atilde;o, omiss&atilde;o e indiferen&ccedil;a.</li><li>Como o l&iacute;der deve agir para desenvolver a Criatividade no grupo?&nbsp;Falar menos e ouvir mais. Dar as ferramentas e n&atilde;o impor as solu&ccedil;&otilde;es. Aprender a lidar com ideias discordantes, principalmente das suas.</li></ul> <strong style="">CONCLUS&Atilde;O</strong><br /> Como vimos, a lideran&ccedil;a em uma equipe exige conhecimentos, habilidades e atitudes para lidar, principalmente, com o subjetivo. Vis&otilde;es, cren&ccedil;as, valores e sentimentos individuais criam uma miscel&acirc;nea que &eacute;, ao mesmo tempo, importante e cr&iacute;tica para o funcionamento do grupo. Nessa situa&ccedil;&atilde;o, o l&iacute;der deve desenvolver a maturidade dos liderados para que, juntos, assumam sua autogest&atilde;o e, ao mesmo tempo, administrar os conflitos levando o grupo ao funcionamento sin&eacute;rgico.<br /> Identificar o est&aacute;gio de desenvolvimento da equipe e aplicar o estilo de lideran&ccedil;a compat&iacute;vel &eacute; a t&eacute;cnica que visa induzir uma resposta comportamental em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; maturidade. A aplica&ccedil;&atilde;o dos oito conceitos propostos, atrav&eacute;s do comportamento do l&iacute;der, s&atilde;o t&aacute;ticas que visam a administra&ccedil;&atilde;o do conflito em busca da sinergia da equipe.<br /> Acreditamos que o conhecimento e a pr&aacute;tica desses conceitos proporcionar&atilde;o uma compet&ecirc;ncia bastante elevada ao gestor que deseja desenvolver e liderar uma equipe de alto desempenho.<br /> <br /> * Ricardo Mallet &eacute; graduado em Gest&atilde;o Empresarial com extens&atilde;o em Estilo de Gest&atilde;o e Lideran&ccedil;a pela FGV, consultor e palestrante com mais de 20 anos de atua&ccedil;&atilde;o com foco em lideran&ccedil;a proativa.<br /><br /> <br /> <strong style="">REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</strong><br /><br /> BLANCHARD, Kenneth; CAREW, Donald; PARISI-CAREW, Eunice. <strong style="">O gerente minuto desenvolve equipes de alto desempenho</strong>. Rio de Janeiro: Record, 1995.<br /><br /> BROTTO, F&aacute;bio Otuzi. <strong style="">Jogos cooperativos: </strong>se o importante &eacute; competir, o fundamental &eacute; cooperar!&nbsp; Santos: Projeto Coopera&ccedil;&atilde;o, 1997.<br /><br /> GRAMIGNA, Maria Rita. <strong style="">Modelo de Compet&ecirc;ncias e Gest&atilde;o dos Talentos</strong>. S&atilde;o Paulo: Makron Books, 2002.<br /><br /> SOUZA, Celso de Souza e. <strong style="">Manual do L&iacute;der Diferenciado</strong> (vers&atilde;o 10.1). Blumenau: 2010.<br /></div> <hr  style=" clear: both; visibility: hidden; width: 100%; "></hr>  <div  class="paragraph editable-text" style=" text-align: left; "><strong><br />Sua empresa precisa de l&iacute;deres diferenciados?</strong></div>  <div  class="paragraph editable-text" style=" text-align: left; "><font size="3" color="#ff6600"><strong>Curso de Lideran&ccedil;a Diferenciada in Company</strong></font><br /></div>  <div ><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a href='http://www.ricardomallet.com/curso-de-lideranca-in-company.html'> <img src="http://www.ricardomallet.com/uploads/1/5/8/1/1581375/9886588_orig.jpg" alt="Picture" style="width:100%;max-width:600px" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div  class="paragraph editable-text" style=" text-align: left; ">Descubra como aumentar em 12% o ENGAJAMENTO de seus colaboradores para obter um ganho m&eacute;dio de 16% em PRODUTIVIDADE e LUCRATIVIDADE na sua empresa. O Curso de Lideran&ccedil;a Diferenciada in company oferece a seguran&ccedil;a para voc&ecirc; investir num treinamento capaz de mensurar e comprovar seus resultados na pr&aacute;tica.&nbsp;<br /></div>  <div  class="paragraph editable-text" style=" text-align: right; "><strong style=""><a href="http://www.ricardomallet.com/contato.html" title="" style="">Contate-nos AGORA!</a></strong><br />Ou conhe&ccedil;a mais&nbsp;sobre o&nbsp;<a href="http://www.ricardomallet.com/curso-de-lideranca-in-company.html" title="" style="">Curso de Lideran&ccedil;a Diferenciada in company</a><br /></div>  ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Workshop Liderança Diferenciada: engajamento e desenvolvimento organizacional na Randstad]]></title><link><![CDATA[http://www.ricardomallet.com/2/post/2011/12/workshop-liderana-diferenciada-engajamento-e-desenvolvimento-organizacional-na-randstad.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.ricardomallet.com/2/post/2011/12/workshop-liderana-diferenciada-engajamento-e-desenvolvimento-organizacional-na-randstad.html#comments]]></comments><pubDate>Thu, 08 Dec 2011 10:36:48 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.ricardomallet.com/2/post/2011/12/workshop-liderana-diferenciada-engajamento-e-desenvolvimento-organizacional-na-randstad.html</guid><description><![CDATA[Temos o prazer de convidar voc&ecirc; para o workshop Lideran&ccedil;a Diferenciada que ocorrer&aacute; no dia 15 de dezembro das 8h30 &agrave;s 12h na Randstad - recursos humanos. Informa&ccedil;&otilde;es (51) 3212-1685.     [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div  class="paragraph editable-text" style=" text-align: left; ">Temos o prazer de convidar voc&ecirc; para o workshop Lideran&ccedil;a Diferenciada que ocorrer&aacute; no dia 15 de dezembro das 8h30 &agrave;s 12h na Randstad - recursos humanos. Informa&ccedil;&otilde;es (51) 3212-1685.<br /></div>  <div ><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:10px;margin-right:0;text-align:right"> <a> <img src="http://www.ricardomallet.com/uploads/1/5/8/1/1581375/7098170.jpg" alt="Picture" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Curso de liderança - por que capacitar seus líderes?]]></title><link><![CDATA[http://www.ricardomallet.com/2/post/2011/11/curso-de-lideranca-por-que-capacitar-seus-lideres.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.ricardomallet.com/2/post/2011/11/curso-de-lideranca-por-que-capacitar-seus-lideres.html#comments]]></comments><pubDate>Mon, 28 Nov 2011 08:02:42 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.ricardomallet.com/2/post/2011/11/curso-de-lideranca-por-que-capacitar-seus-lideres.html</guid><description><![CDATA[  [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<span class='imgPusher' style='float:left;height:0px'></span><span style=' float: left; z-index: 10; position: relative; ;clear:left;margin-top:0px;*margin-top:0px'><a><img src="http://www.ricardomallet.com/uploads/1/5/8/1/1581375/1672160.jpg" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 15px; border-width:0;" alt="Picture" class="galleryImageBorder" /></a><div style="display: block; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px; text-align: center;"></div></span> <div  class="paragraph editable-text" style=" text-align: left; display: block; "><strong style="">Por Ricardo Mallet *</strong><br /><br />&ldquo;Seu neg&oacute;cio pode ter todas as vantagens do mundo, fortes recursos financeiros e um &oacute;timo posicionamento no mercado, mas se a Lideran&ccedil;a falhar, todas essas as vantagens n&atilde;o servir&atilde;o.&rdquo;<br />Manfred Kets de Vries<br /><br />Em pesquisa feita pela HSM e Empreenda Consultoria apresentada em abril de 2011 com o t&iacute;tulo &ldquo;Sonhos e pesadelos dos l&iacute;deres empresariais brasileiros&rdquo;, 71% dos 687 executivos entrevistados afirmaram que suas empresas n&atilde;o possuem l&iacute;deres na quantidade e qualidade suficientes para sustentar a estrat&eacute;gia de crescimento nos pr&oacute;ximos 3 anos. Na edi&ccedil;&atilde;o anterior da mesma pesquisa, 63% dos entrevistados afirmaram a falta de l&iacute;deres, o que representa um crescimento de 8% na percep&ccedil;&atilde;o do problema em apenas um ano.<br />Neste artigo, vamos discorrer sobre uma das mais importantes estrat&eacute;gias para suprir a car&ecirc;ncia de l&iacute;deres nas empresas: a capacita&ccedil;&atilde;o. Um curso de lideran&ccedil;a, quando se compromete a oferecer ferramentas para auxiliar o RH da empresa a atuar de forma estrat&eacute;gica, pode oferecer contribui&ccedil;&otilde;es significativas para o aumento do engajamento das pessoas, refletindo positivamente nos principais indicadores do neg&oacute;cio.<br />Primeiramente, vamos identificar a causa raiz do problema. Depois, os respons&aacute;veis pela mudan&ccedil;a. Finalmente, conheceremos quais resultados uma competente capacita&ccedil;&atilde;o de l&iacute;deres pode oferecer para a sua empresa.<br /><br /><strong style="">Onde foram parar os l&iacute;deres?</strong><br />Hoje, tem se falado do &ldquo;apag&atilde;o da lideran&ccedil;a&rdquo;, express&atilde;o sugestiva que nos faz refletir sobre a falta de brilho de l&iacute;deres e tamb&eacute;m de liderados no mundo corporativo. O dia a dia de trabalho, na maior parte das empresas, tem esta magia: apagar o talento de quem quer que seja. Vejamos como isso ocorre.<br />Primeiramente, as pessoas passam horas preciosas dos seus dias submetidas a situa&ccedil;&otilde;es desagrad&aacute;veis, muitas vezes causadas pelos pr&oacute;prios l&iacute;deres que s&atilde;o inaptos no relacionamento interpessoal e que, consequentemente, n&atilde;o sabem manejar diferentes perfis, treinar eficazmente e monitorar o desempenho. Pouco a pouco, aquela motiva&ccedil;&atilde;o para fazer um bom trabalho, para colocar o seu talento a servi&ccedil;o da miss&atilde;o da empresa, vai sendo consumida at&eacute; virar p&oacute;. Depois, s&atilde;o esses mesmos &ldquo;colaboradores&rdquo; que ser&atilde;o promovidos ao cargo de gerente, supervisor, chefe etc. E o que far&atilde;o? V&atilde;o, simplesmente, repetir o modelo de gest&atilde;o que aprenderam. Chamo isso de &ldquo;perpetua&ccedil;&atilde;o da dor&rdquo;. Do p&oacute; viemos e ao p&oacute; voltaremos...<br /><br /><strong style="">E agora? Quem poder&aacute; nos defender?</strong><br />Ser&aacute; preciso romper esse padr&atilde;o c&iacute;clico. Apesar de algumas pessoas muito leais e dedicadas - mas que ocupam n&iacute;veis hier&aacute;rquicos mais baixos - poderem ser os agentes da mudan&ccedil;a, quem tem maior poder (e, portanto, responsabilidade) para provocar uma interven&ccedil;&atilde;o &eacute; a alta dire&ccedil;&atilde;o juntamente com o apoio de um RH estrat&eacute;gico. A alta dire&ccedil;&atilde;o deve ter um interesse genu&iacute;no e um esfor&ccedil;o disciplinado para desenvolver suas lideran&ccedil;as a partir do exemplo. Por isso, um curso de lideran&ccedil;a, quando aplicado na empresa, dever&aacute; contar n&atilde;o apenas com o patroc&iacute;nio financeiro da alta dire&ccedil;&atilde;o, mas tamb&eacute;m com envolvimento direto para uma mudan&ccedil;a de cultura na gest&atilde;o das pessoas. Infelizmente, &eacute; a&iacute; que est&aacute; a raiz do problema.<br />&ldquo;Lideran&ccedil;a &eacute; um artigo de luxo no planeta h&aacute; mil&ecirc;nios&rdquo;. Essa &eacute; a afirma&ccedil;&atilde;o de L&eacute;o Castelhano Bruno, professor e pesquisador da Funda&ccedil;&atilde;o Dom Cabral e membro do Comit&ecirc; Organizador do Global Leadership Forum da ONU/UNESCO. O Prof. L&eacute;o Bruno comprova, em suas pesquisas apresentadas para a UNESCO, que apenas uma minoria dos CEOs das maiores corpora&ccedil;&otilde;es do planeta disp&otilde;e de um equil&iacute;brio de valores pessoais, conceito esse que se refere a uma mentalidade equilibrada para decis&otilde;es na lideran&ccedil;a que privilegiem tanto resultados quanto pessoas, tanto controle quanto inova&ccedil;&atilde;o. Como conclus&otilde;es, seu estudo mostrou uma rela&ccedil;&atilde;o alta e positiva entre o equil&iacute;brio de valores pessoais e a efic&aacute;cia de lideran&ccedil;a, bem como entre o equil&iacute;brio de valores pessoais e o desempenho organizacional. Resumindo: a origem e a solu&ccedil;&atilde;o do problema est&aacute; na mentalidade da c&uacute;pula.<br />Os l&iacute;deres precisam assumir uma atitude mais proativa &ldquo;dando um espa&ccedil;o&rdquo; para rever certas cren&ccedil;as, valores, atitudes e comportamentos tidos outrora como funcionais. Novos cen&aacute;rios est&atilde;o exigindo l&iacute;deres cada vez mais equilibrados em seu modo de atua&ccedil;&atilde;o para engajar os colaboradores em uma estrat&eacute;gia competitiva e inovadora em longo prazo.<br /><br /><strong style="">Resultados esperados da capacita&ccedil;&atilde;o dos l&iacute;deres.</strong><br />Voltando &agrave; pesquisa de 2010 apresentada pela HSM e Empreenda, os entrevistados apontaram como principais desafios dos l&iacute;deres para o futuro:<br />1&ordm; lugar: reter e motivar talentos (51% dos votos)<br />2 &ordm; lugar: executar a estrat&eacute;gia (42% dos votos)<br />3&ordm; lugar: colocar as pessoas certas no lugar certo (40% dos votos)<br />Essas habilidades n&atilde;o s&atilde;o nenhuma novidade. Tampouco tornar-se-&atilde;o obsoletas. Elas derivam de algumas &ldquo;compet&ecirc;ncias universais&rdquo; do exerc&iacute;cio da lideran&ccedil;a pois independem de lugar ou &eacute;poca. S&atilde;o necess&aacute;rias em qualquer organiza&ccedil;&atilde;o, seja de ca&ccedil;adores da idade da pedra ou de trabalhadores do conhecimento do s&eacute;culo XXI. A boa not&iacute;cia &eacute; que s&atilde;o compet&ecirc;ncias alcan&ccedil;&aacute;veis por qualquer pessoa que esteja disposta a conhecer seu modelo mental a partir de ferramentas de autoconhecimento e a autodesenvolver-se colocando em pr&aacute;tica m&eacute;todos e t&eacute;cnicas cient&iacute;ficos de lideran&ccedil;a. No nosso ponto de vista, essas s&atilde;o algumas dentre as principais compet&ecirc;ncias-chave que dever&atilde;o constar numa metodologia de sucesso em um curso de lideran&ccedil;a.<br />Nossa experi&ecirc;ncia em treinamentos tem demonstrado que o aprendizado dos l&iacute;deres nessas compet&ecirc;ncias oferece um r&aacute;pido aumento no engajamento das equipes e, consequentemente, na produtividade e na lucratividade da empresa. Como afirma o professor do INSEAD, Manfred Kets de Vries: &ldquo;Seu neg&oacute;cio pode ter todas as vantagens do mundo, fortes recursos financeiros e um &oacute;timo posicionamento no mercado, mas se a Lideran&ccedil;a falhar, todas essas vantagens n&atilde;o servir&atilde;o.&rdquo;<br /><br />* Ricardo Mallet &eacute; graduado em Gest&atilde;o Empresarial com extens&atilde;o em Estilo de Gest&atilde;o e Lideran&ccedil;a pela FGV, consultor e palestrante com mais de 20 anos de atua&ccedil;&atilde;o com foco em lideran&ccedil;a proativa.<br /><br /><br /><strong>Sua empresa precisa de l&iacute;deres diferenciados?</strong></div> <hr  style=" clear: both; visibility: hidden; width: 100%; "></hr>  <h2  style=" text-align: left; "><font size="3" color="#ff6600">Curso de Lideran&ccedil;a Diferenciada in Company</font><br /></h2>  <div ><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a href='http://www.ricardomallet.com/curso-de-lideranca-in-company.html'> <img src="http://www.ricardomallet.com/uploads/1/5/8/1/1581375/149974_orig.jpg" alt="Picture" style="width:100%;max-width:600px" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div  class="paragraph editable-text" style=" text-align: left; ">Descubra como aumentar em 12% o ENGAJAMENTO de seus colaboradores para obter um ganho m&eacute;dio de 16% em PRODUTIVIDADE e LUCRATIVIDADE na sua empresa. O Curso de Lideran&ccedil;a Diferenciada in company oferece a seguran&ccedil;a para voc&ecirc; investir num treinamento capaz de mensurar e comprovar seus resultados na pr&aacute;tica.<br /></div>  <div  class="paragraph editable-text" style=" text-align: right; "><strong style=""><a href="http://www.ricardomallet.com/contato.html" title="" style="">Contate-nos AGORA!</a></strong><br />Ou conhe&ccedil;a mais&nbsp;sobre o&nbsp;<a href="http://www.ricardomallet.com/curso-de-lideranca-in-company.html" title="" style="">Curso de Lideran&ccedil;a Diferenciada in company</a>.<br /></div>  ]]></content:encoded></item></channel></rss>

