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Quando falamos de liderança, quase sempre a conversa gira em torno de técnicas. Estilos de liderança, ferramentas de gestão, métodos de feedback, formas de comunicação, modelos de tomada de decisão. Tudo isso tem valor, mas raramente alguém faz a pergunta mais importante de todas.
- O que realmente governa a sua forma de liderar? Essa pergunta não aponta para o que você sabe, nem para o que aprendeu em cursos ou livros. Ela aponta para algo mais profundo, o lugar interior de onde suas decisões nascem, especialmente quando a pressão aumenta, o risco aparece ou não há tempo para pensar demais. Por que a técnica não explica tudo Todos nós já vimos líderes tecnicamente competentes gerando ambientes ruins. Pessoas que dominam processos, conhecem indicadores e falam bem, mas criam equipes tensas, defensivas ou instáveis. Também já vimos o oposto. Líderes sem grande sofisticação técnica, mas capazes de sustentar confiança, clareza e responsabilidade. Isso acontece porque técnica explica o como, mas não explica o “de onde”. Dois líderes podem aplicar a mesma ferramenta e produzir efeitos completamente diferentes, porque a raiz da ação não está no método, mas no centro que governa a decisão. Toda liderança nasce de um centro interior Antes de qualquer comportamento visível, existe um centro interno que governa a ação. Esse centro pode estar orientado pelo impulso, pela emoção, pela necessidade de afirmação, pela utilidade, pela ordem, pela verdade ou pelo dever assumido no tempo. Esses centros não são aleatórios. Eles representam níveis de consciência que governam as motivações do líder, especialmente sob pressão. Essa compreensão nasce de uma síntese do modelo conhecido como As 12 camadas da personalidade, proposto pelo filósofo Olavo de Carvalho e aprofundado pelo médico psiquiatra Italo Marsili. Trata-se de um modelo antropológico que descreve como a consciência humana se organiza, dos impulsos mais básicos até os níveis mais altos de responsabilidade moral. Na minha leitura aplicada à liderança, organizei essas camadas em sete níveis de consciência. Cada nível indica o ponto a partir do qual o líder interpreta a realidade e toma decisões. Os sete níveis de consciência na liderança 1. Liderança Instintiva A ação é governada pelo impulso. O foco está na sobrevivência, no domínio imediato e na reação primária ao ambiente. Sob estresse, decisões tendem a ser autoritárias e pouco refletidas. 2. Liderança Reativa Aqui, a emoção governa. O líder reage conforme o humor e as frustrações do momento. Decisões oscilam e conflitos são frequentemente personalizados. 3. Liderança Autoafirmativa O centro passa a ser a identidade. O cargo se torna meio de validação pessoal. A imagem pesa mais que a realidade, e decisões difíceis são evitadas quando ameaçam o reconhecimento externo. 4. Liderança Utilitária A utilidade governa a ação. O critério é o que funciona e gera resultado. Há eficiência real, mas ainda não há um critério moral superior que governe as decisões. 5. Liderança Ordenadora O líder deixa de se colocar no centro e passa a servir à função. A liderança sustenta regras, papéis e processos necessários para o bom funcionamento do todo. É a partir desse nível de consciência que o engajamento da equipe deixa de ser circunstancial e passa a ser sustentável. 6. Liderança Clarificadora A verdade governa. O líder assume o risco de nomear problemas, enfrentar incoerências e clarear a realidade, mesmo quando isso custa. 7. Liderança Vocacional O dever governa a ação. A liderança se torna resposta a uma responsabilidade histórica. Decisões consideram o longo prazo, o legado e aquilo que precisa permanecer. Aqui, liderar é cumprir o que lhe cabe na história. O erro comum no desenvolvimento de líderes Um erro frequente é tentar mudar comportamento sem mudar o nível de consciência que governa esse comportamento. Treinamos técnicas, comunicação e ferramentas, mas quando a pressão aumenta, o centro interior permanece o mesmo. E o líder retorna ao padrão anterior. Sem mudança no ponto que governa a ação, qualquer mudança externa se torna frágil. Liderança madura começa pelo autoconhecimento real O primeiro passo para amadurecer como líder não é aprender algo novo, mas reconhecer, com honestidade, “de onde” você está liderando hoje. Esse tipo de autoconhecimento não é confortável, mas é revelador. Ele permite lidar com a causa, não apenas com os sintomas. Quanto maior o impacto da sua liderança, maior precisa ser o nível de consciência que a governa. Uma pergunta que permanece Em situações de pressão real, quando sua imagem está em jogo ou quando ninguém está olhando, o que costuma governar as suas decisões como líder? Essa é uma pergunta que não se responde de uma vez. Ela se responde observando a própria prática, com honestidade e constância. Se esse tema fez sentido para você, ele continuará aparecendo nas reflexões que compartilho por aqui. Em momentos de pressão, o que você percebe que costuma governar a sua forma de liderar? Você conhece o Atlas, o titã da mitologia grega que foi condenado por Zeus a carregar o mundo nas costas? É assim que muitos gestores se sentem: condenados a carregar sobre os ombros o peso de uma equipe incompetente e descomprometida.
Talvez você próprio esteja se sentindo assim atualmente. A cada dia, parece que o acúmulo de responsabilidades só aumenta, sobrecarregando-o numa rotina massacrante. Mas sabia que você pode estar carregando mais peso inútil do que imagina? Neste artigo, eu vou apresentar duas táticas que venho ensinando aos meus clientes em mentorias e consultorias e que também vão te ajudar a obter um alívio imediato. 1. Descentralize as decisões Descentralizar as decisões não apenas vai tirar a pressão das suas costas como também tem o poder de motivar a equipe. De fato, as pessoas trabalham mais motivadas quando têm autonomia. Isso foi comprovado e publicado no livro Motivação 3.0 de Daniel Pink. Na obra foi apresentado um estudo realizado por pesquisadores da Cornéll University que observaram 320 empresas onde a metade proporcionava autonomia aos empregados, enquanto a outra metade acreditava na direção de cima para baixo. As empresas que ofereciam autonomia cresceram quatro vezes mais que o índice apresentado pelas empresas controladoras e um terço de sua rotatividade. Para descentralizar aquelas pequenas decisões de rotina que tomam muito seu tempo e energia, basta você informar aos liderados (por escrito) sobre seus limites de autoridade. Em apenas uma folha de papel, você deixará claro o que o liderado tem ou não autonomia para decidir. Veja a seguir um exemplo aplicado a uma equipe de vendas. LIMITES DE AUTORIDADE (EQUIPE DE VENDAS) Tenho autonomia para decidir sobre:
Preciso de autorização do gestor para:
Obviamente, quando um liderado desrespeitar seus limites de autoridade caberá a você aplicar feedback corretivo para evitar que tal comportamento se repita. 2. Controle mais o processo e menos as pessoas É muito fácil perder-se num emaranhado de picuinhas diárias e acabar estressado com coisas que, francamente, não influenciam em nada nos resultados. Enquanto você está mais preocupado em saber quantos segundos um funcionário gastou no toalete do que em avaliar seu desempenho em cada etapa do trabalho, você está desperdiçando seu talento gerencial. Controle mais o processo e menos as pessoas. O que realmente importa é que seus liderados entreguem os resultados esperados, não é verdade? Então, direcione seu foco para aprimorar a análise dos métodos de trabalho. Por exemplo: num processo de vendas, faça um controle mais apurado das diversas etapas do funil de vendas, analisando a taxa de conversão do vendedor em cada etapa para ajudá-lo a melhorar sua performance e gerar mais resultados. Descentralizar as decisões e controlar o que realmente importa. Essas táticas simples ajudarão você a tirar muito peso (inútil) dos seus ombros. Que tal começar agora mesmo definindo os limites de autoridade da sua equipe? Se quiser saber mais sobre como parar de carregar sua equipe nas costas, conheça meu programa de mentoria online para líderes clicando aqui. Desejo sucesso! Um grande abraço. No início de cada ano vem aquela enxurrada de promessas e pensamentos positivos. Todos querem uma vida melhor no ano que chega, e alguns até escrevem seus sonhos em uma folha de papel. Só que, infelizmente, para a grande maioria, nada vai mudar. Quer saber por quê?
Baseado na minha experiência como consultor de empresas e observando exatamente onde muitas falham na implementação de seus planejamentos, descrevo neste artigo 5 dicas de ouro que, se forem seguidas com atenção, poderão ajudar muitas pessoas a realizar seus sonhos. São dicas válidas tanto para a vida pessoal quanto para a vida profissional. Dica 1: menos é mais Todo mundo que conheço quer ter mais saúde, paz, felicidade, sucesso e riqueza. Particularmente, eu também quero. E você? Mas a questão é: será que temos tempo para realizar tudo isso nos próximos 365 dias? Provavelmente, não. Por isso, é importante começar o planejamento definindo claramente quais são os seus objetivos prioritários, ou seja, aqueles mais importantes e que devem ser alcançados em primeiro lugar, criando uma base sólida para o seu desenvolvimento contínuo. Pergunte-se: “Quais problemas preciso resolver neste ano e que, uma vez resolvidos, levarão minha vida a um novo patamar de qualidade?” Escolha até 3 objetivos, no máximo. Pesquisas mostram que ter muitas prioridades equivale a não ter prioridade alguma. Nossa mente dispersa, as energias se diluem e acabamos sem conseguir realizar nada com excelência. Lembre-se, menos é mais. Dica 2: dê uma chinelada na sua boa intenção Agora que você já tem seus objetivos prioritários definidos, é preciso transformá-los em metas de fato. Digo metas “de fato” porque muitas pessoas chamam de meta aquilo que, na prática, não passa de uma boa intenção. Por exemplo, querer emagrecer, ser bem-sucedido profissionalmente ou enriquecer são boas intenções, não metas. Uma boa intenção é uma meta que ainda não amadureceu. Ela age como uma criança mimada que quer ganhar tudo de mão beijada, usa artimanhas marotas e se esquiva das próprias obrigações. Ela diz: “Eu sou uma criança boazinha, só penso em coisas lindas. Não mereço ganhar meus presentes?” Se você cair nessa armadilha, vai passar mais um ano esperando que a boa intenção traga resultados concretos. Porém, a única coisa que ela te entregará é um pacote de frustrações. É preciso dar uma chinelada nessa criança e mostrar que você não está mais de brincadeira. Para amadurecer sua boa intenção e transformá-la em uma meta real, você precisa estabelecer claramente, além do objetivo, como seu progresso será medido e qual o prazo limite para alcançá-lo. Por exemplo, em vez de dizer “minha meta é emagrecer”, defina: “minha meta é emagrecer 15 kg até 30 de novembro”. Objetivo, valor e prazo são os 3 componentes indispensáveis de uma meta. Defina-os com clareza e dê uma chinelada na sua boa intenção. Dica 3: sonhar não paga imposto, mas realizar custa caro Minha avó sempre dizia: “Sonhar não paga imposto.” É verdade. O que custa mesmo é realizar. Sonhar grande é para todos, mas as grandes realizações ficam restritas aos que realmente se comprometem. Por isso, ao definir suas metas, avalie se seus objetivos são factíveis. Não adianta sonhar alto se você não estiver disposto, ou não tiver condições, de subir a escadaria do sucesso no ritmo necessário. Portanto, é importante observar com atenção a relação entre valor e prazo, os dois componentes da meta que precisam ser ajustados corretamente. Por exemplo, imagine que seu objetivo seja emagrecer 15 kg. Se esse valor já está definido, só resta ajustar o prazo. Qual seria um prazo viável para você? Dez meses? Seis meses? É claro que você gostaria de alcançar esse resultado em 1 mês, mas será que poderia fazê-lo sem colocar em risco a saúde e a produtividade? Metas ambiciosas demais podem levar à desmotivação, à desistência e, consequentemente, à frustração. Esse é um dos sentimentos que mais afastam as pessoas dos seus sonhos. Então, lembre, sonhar não paga imposto, mas realizar custa caro. Dica 4: trace o mapa do tesouro Depois de definir suas prioridades e estabelecer metas com valores e prazos factíveis, chega a hora de planejar o caminho para o sucesso, porque de nada adianta saber onde se quer chegar sem saber como chegar lá. Isso seria como saber que existe um tesouro escondido, mas não ter o mapa. Retomando o exemplo de emagrecer 15 kg, quais ações você precisaria implementar na rotina para atingir essa meta dentro do prazo? É aqui que entra o plano de ação, com o que fazer, quando fazer, onde fazer e como fazer. É importante listar todas as ideias iniciais em uma folha de papel ou no computador. Agora pergunte, essas ações são suficientes e prioritárias para que a meta seja alcançada? Esses dois critérios ajudam a depurar o plano, mantendo-o enxuto e, ao mesmo tempo, efetivo. Isso evita que o planejamento fique complexo demais ou simplório demais, o que geraria problemas na execução. Dedique um bom tempo à construção do seu plano. Ele é o mapa do seu tesouro. Dica 5: acenda uma vela por dia para a Santa Rotina A parte mais difícil de qualquer planejamento é manter a disciplina na execução. Seguir um plano significa adotar novos hábitos, e é justamente aí que caímos em tentação. É sempre mais fácil repetir o velho padrão do que transformá-lo. Segundo um velho ditado, é o hábito que faz o monge. Se você deseja transformar-se, precisa tomar consciência dos próprios hábitos. Por isso recomendo, no início de cada dia, acenda uma vela para a Santa Rotina. O que quero dizer é que você precisa manter consciência diária das ações necessárias para alcançar suas metas. Não permita que velhos hábitos obscureçam sua visão e te façam entrar no piloto automático. A lógica é simples, ou você acende uma vela por dia para a Santa Rotina ou estará aceitando as bênçãos da Santa Ignorância. A escolha é sua. Minha sugestão é que você adote algum sistema de acompanhamento de tarefas que o obriguem a manter consciência diária das ações essenciais. Eu, particularmente, utilizo há muito tempo uma ferramenta assim, disponível no meu computador, tablet e celular. É meu ritual diário. Jamais passa um dia sem que eu acenda minha vela para a Santa Rotina. Acenda você também e amém. Seguindo essas 5 dicas de ouro, você certamente evitará que as falhas mais básicas e recorrentes de planejamento destruam seus sonhos. Desejo a você muito sucesso e grandes realizações neste ano que começa. Um grande abraço. Você conhece o best-seller de Stephen R. Covey intitulado Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes? Neste artigo, fazendo uma paródia bem-humorada ao título da obra, listo 7 hábitos dos chefes altamente insuportáveis.
Alguns dos desagradáveis hábitos aqui listados eu descobri no meu próprio comportamento como dono de negócio, graças aos feedbacks construtivos que fui recendo da minha equipe. Outros fui conhecendo nas minhas andanças como consultor de empresas e mentor de líderes. Então, veja quais são os 7 hábitos que farão de qualquer pessoa um verdadeiro chefe insuportável. Hábito 1: “Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço.” Chefes altamente insuportáveis costumam exigir dos seus liderados comportamentos que eles mesmos não conseguem demonstrar. Pedem pontualidade, mas atrasam-se para as reuniões. Exigem respeito, porém costumam destratar publicamente seus subordinados sem nenhum pudor. Para esses chefes, “liderar pelo exemplo” é apenas uma frase de efeito que gostam de expor numa placa emoldurada na parede do escritório. Hábito 2: “Porque eu estou mandando!” A autocracia também é marca registrada de muitos chefes insuportáveis. Eles não sabem como inspirar as pessoas à ação. Quando questionados sobre o motivo de uma determinada tarefa, sua única justificativa é “Porque eu estou mandando!”. Chefes assim acreditam que todas as pessoas estão dispostas a dar o melhor de si em troca apenas de um bom salário. Eles desconsideram (ou desconhecem) a importância do propósito como elemento fundamental da motivação intrínseca, condição que leva o ser humano a obter resultados superiores e sustentáveis. Hábito 3: “Deixa que eu faço.” Esse é um hábito que, à primeira vista, pode parecer inofensivo até mesmo aos olhos da equipe. Porém, o chefe do tipo “deixa que eu faço” acaba sabotando a conquista da autonomia dos liderados, mantendo as pessoas eternamente inseguras e dependentes. Esse é um traço característico dos chefes centralizadores, excessivamente controladores e com enorme dificuldade em abrir mão do poder. Hábito 4: “Te vira, mané.” Em contraposição ao “deixa que eu faço” temos o famoso “Te vira, mané.” Alguns chefes altamente insuportáveis têm o péssimo hábito de exigir resultados sem antes garantir que os métodos de trabalho estejam claros, sejam práticos e efetivos. Eles gostam de reter informações e abandonar as pessoas à sua própria sorte. Parece que esses chefes têm algum tipo de prazer sádico ao ver as pessoas se dando mal enquanto poderiam facilitar o alcance das metas para o sucesso de todos. Hábito 5: “A culpa é sua.” Preferir apontar culpados ao invés de buscar as causas mais profundas dos problemas é um hábito dos chefes insuportáveis. Quando as coisas vão mal, eles logo querem encontrar um bode expiatório. Mas, quando vão bem, correm para receber os méritos. Chefes assim formam equipes de baixíssima performance pois são gestores medíocres que não conseguem nem melhorar seus processos nem desenvolver seus liderados. Hábito 6: “Blá blá blá blá blá…” Chefes que só querem falar, mas não ouvem são, sem dúvida alguma, insuportáveis. Gostam de fazer preleções e ser o centro das atenções, acreditando que, enquanto estão falando, as pessoas estão “comprando a sua liderança”. Esses chefes desconhecem um princípio básico da técnica de vendas que diz: “enquanto o cliente está falando, ele está comprando”. Incapazes de ouvir as pessoas, suas necessidades e objeções, acabam agravando ainda mais a situação com sua verborragia sem fim. Hábito 7: “Eu sou o cara!” O pior e mais insuportável hábito que um chefe pode ter é a arrogância. Acreditar que um lugar de destaque no organograma garante por si só o direito de subjugar e desprezar seus subordinados, é a mentalidade que cria condições para que todos os demais hábitos insuportáveis se estabeleçam. A estagnação evolutiva é o único destino possível para esses chefes pois deixam de reconhecer em si a constante necessidade de mudança. “O hábito é aquilo que nos habita.” Gosto dessa definição pois ela me induz à compreensão de que não sou meus hábitos, mas apenas os hospedo. Como se fossem inquilinos que um dia foram aceitos em minha propriedade, meus hábitos também podem ser despejados dando lugar a hóspedes mais convenientes. Por isso, se você lidera ou quer liderar uma equipe e deseja melhorar seus comportamentos como líder, lembre-se que você tem o poder de escolher seus próprios hábitos. Pense nisso! Um grande abraço. PS.: se quiser saber mais sobre como ser um líder efetivo, conheça agora meu programa de mentoria. Clique aqui > |
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AutorRicardo Mallet é consultor empresarial e mentor de líderes. Arquivos
Janeiro 2026
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